NOTÍCIAS
O Projeto Ares, criado por Daniel Batista de Andrade, chega com força renovada ao lançar o EP “Campos Elísios”, uma obra que mescla o impacto sonoro do metalcore com um discurso político direto, crítico e profundamente humanista. Construído ao longo de um período turbulento — entre a ascensão da extrema-direita no Brasil e os anos posteriores à pandemia — o EP surge como resposta artística a um cenário de desumanização crescente, colapso ético e devastação social. Daniel, movido pela necessidade de transformar inquietação em expressão, usa a música como ferramenta de resistência, integrando agressividade sonora, reflexão filosófica e uma visão estética marcada pela mitologia grega, que funciona como metáfora da falência moral da humanidade.

No centro do trabalho, “Campos Elísios” retrata deuses falhos, viciosos e corrompidos, espelhando os mesmos impulsos destrutivos que moldam líderes e sistemas de poder atuais. Cada faixa opera como um comentário social oculto sob o véu da mitologia. Em “Midas”, a velha história da ganância eterna retorna sob a lente de um lamento pós-morte — uma crítica direta à ambição desenfreada que condena civilizações. Já “Phobos”, carro-chefe do EP, mergulha no medo coletivo que domina uma sociedade que perdeu seu centro, seu propósito e sua capacidade de enxergar o outro. É uma descida ao caos emocional e político, onde brutalidade e lucidez coexistem.
Produzido, gravado, mixado e masterizado de forma completamente independente, o EP carrega não apenas a identidade musical, mas também a identidade visual de Daniel, que assina toda a direção gráfica do projeto. Sua experiência como motion designer e criador visual fortalece a estética do EP, dando vida a uma narrativa coesa entre som e imagem. Musicalmente, “Campos Elísios” dialoga diretamente com referências como Architects e Parkway Drive, equilibrando peso, atmosferas densas e letras afiadas. Oriundo de Bauru, São Paulo, o Projeto Ares reafirma a arte como instrumento de denúncia, resistência e reflexão — um grito urgente contra um mundo que parece à beira do colapso, mas ainda encontra na música uma forma de luta e catarse.
NOTÍCIAS
O Projeto Ares, criado por Daniel Batista de Andrade, chega com força renovada ao lançar o EP “Campos Elísios”, uma obra que mescla o impacto sonoro do metalcore com um discurso político direto, crítico e profundamente humanista. Construído ao longo de um período turbulento — entre a ascensão da extrema-direita no Brasil e os anos posteriores à pandemia — o EP surge como resposta artística a um cenário de desumanização crescente, colapso ético e devastação social. Daniel, movido pela necessidade de transformar inquietação em expressão, usa a música como ferramenta de resistência, integrando agressividade sonora, reflexão filosófica e uma visão estética marcada pela mitologia grega, que funciona como metáfora da falência moral da humanidade.

No centro do trabalho, “Campos Elísios” retrata deuses falhos, viciosos e corrompidos, espelhando os mesmos impulsos destrutivos que moldam líderes e sistemas de poder atuais. Cada faixa opera como um comentário social oculto sob o véu da mitologia. Em “Midas”, a velha história da ganância eterna retorna sob a lente de um lamento pós-morte — uma crítica direta à ambição desenfreada que condena civilizações. Já “Phobos”, carro-chefe do EP, mergulha no medo coletivo que domina uma sociedade que perdeu seu centro, seu propósito e sua capacidade de enxergar o outro. É uma descida ao caos emocional e político, onde brutalidade e lucidez coexistem.
Produzido, gravado, mixado e masterizado de forma completamente independente, o EP carrega não apenas a identidade musical, mas também a identidade visual de Daniel, que assina toda a direção gráfica do projeto. Sua experiência como motion designer e criador visual fortalece a estética do EP, dando vida a uma narrativa coesa entre som e imagem. Musicalmente, “Campos Elísios” dialoga diretamente com referências como Architects e Parkway Drive, equilibrando peso, atmosferas densas e letras afiadas. Oriundo de Bauru, São Paulo, o Projeto Ares reafirma a arte como instrumento de denúncia, resistência e reflexão — um grito urgente contra um mundo que parece à beira do colapso, mas ainda encontra na música uma forma de luta e catarse.