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A banda paulista Crônica Ativa acaba de lançar seu novo single “Colateral”, acompanhado de um videoclipe com estética cinematográfica que amplia a potência emocional da faixa. O lançamento marca um momento significativo na trajetória do grupo, colocando-o em um novo patamar de visibilidade ao integrar também a trilha sonora do longa “A Última Peça”, filme de suspense de Raphael Carlos e Jeziel Bueno, responsáveis por produções premiadas como “Prazer, Bruno” e “Quantas Vezes Maria”. A combinação entre música e cinema revela um encontro natural: enquanto o filme explora ameaças externas em um clima de tensão crescente, a música da Crônica Ativa mergulha nas ameaças internas, o perfeccionismo, o medo de falhar e o peso emocional da autocobrança.
No centro da composição está a crítica profunda aos efeitos psicológicos causados pela busca tóxica por desempenho. O vocalista Ronald Esteferson explica que “Colateral” trata da dor silenciosa de quem se cobra demais e vive preso à sensação de nunca ser bom o suficiente, mesmo quando entrega tudo de si. Já o guitarrista Marcos Oliveira destaca que essa pressão é amplificada por uma sociedade que não permite erros, sustentada por um sistema que transforma a produtividade em medidor de valor humano. A música, portanto, atua como um chamado para a autenticidade: somente a própria voz pode aliviar o fardo emocional, romper com a autoexigência destrutiva e guiar o indivíduo para longe das aparências.
Essa densidade temática encontra eco no próprio videoclipe, dirigido por Raphael Carlos. A produção usa metáforas visuais fortes para retratar o conflito interno retratado na letra, unindo linguagem cinematográfica, simbolismo psicológico e dramaticidade. A edição de Marcos Oliveira, a fotografia de Miguel Ângelo e o suporte técnico de Jeziel Bueno, Thereza Beatriz e Maria Veloso garantem ao vídeo uma profundidade que dialoga com o clima de tensão introspectiva da faixa. O single foi produzido e mixado por Ralf Zeq, com arranjos assinados em conjunto com a banda, e ganhou uma capa criada pelo próprio Marcos Oliveira — reforçando o caráter artesanal e autoral do projeto.

Com Ronald Esteferson (vocais), Marcos Oliveira e Allan Souza (guitarras), Sandro Sanders (baixo) e Júlio Cesar (bateria), a Crônica Ativa vem consolidando uma trajetória marcada por superação, sensibilidade e reinvenção constante. Desde sua origem em São José dos Campos, em 2011, passando pela transição de banda de covers para grupo autoral, pela reconstrução após trocas de formação e pela dor da perda de seu baixista Diego Araújo durante a pandemia, o conjunto transformou adversidades em combustível criativo. O álbum “Alvorecer” e o premiado videoclipe de “Submersa” são provas dessa resiliência artística que se mantém viva.
Agora, com os singles “AQUI”, “Incendiar” e “Colateral”, a Crônica Ativa abre caminho para seu próximo álbum, previsto para o primeiro semestre de 2026, consolidando-se não apenas como uma banda de metal moderno, mas como uma voz narrativa que registra, em forma de arte, sua própria história — uma verdadeira crônica ativa sobre resistência, identidade, vulnerabilidade e força.
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A banda paulista Crônica Ativa acaba de lançar seu novo single “Colateral”, acompanhado de um videoclipe com estética cinematográfica que amplia a potência emocional da faixa. O lançamento marca um momento significativo na trajetória do grupo, colocando-o em um novo patamar de visibilidade ao integrar também a trilha sonora do longa “A Última Peça”, filme de suspense de Raphael Carlos e Jeziel Bueno, responsáveis por produções premiadas como “Prazer, Bruno” e “Quantas Vezes Maria”. A combinação entre música e cinema revela um encontro natural: enquanto o filme explora ameaças externas em um clima de tensão crescente, a música da Crônica Ativa mergulha nas ameaças internas, o perfeccionismo, o medo de falhar e o peso emocional da autocobrança.
No centro da composição está a crítica profunda aos efeitos psicológicos causados pela busca tóxica por desempenho. O vocalista Ronald Esteferson explica que “Colateral” trata da dor silenciosa de quem se cobra demais e vive preso à sensação de nunca ser bom o suficiente, mesmo quando entrega tudo de si. Já o guitarrista Marcos Oliveira destaca que essa pressão é amplificada por uma sociedade que não permite erros, sustentada por um sistema que transforma a produtividade em medidor de valor humano. A música, portanto, atua como um chamado para a autenticidade: somente a própria voz pode aliviar o fardo emocional, romper com a autoexigência destrutiva e guiar o indivíduo para longe das aparências.
Essa densidade temática encontra eco no próprio videoclipe, dirigido por Raphael Carlos. A produção usa metáforas visuais fortes para retratar o conflito interno retratado na letra, unindo linguagem cinematográfica, simbolismo psicológico e dramaticidade. A edição de Marcos Oliveira, a fotografia de Miguel Ângelo e o suporte técnico de Jeziel Bueno, Thereza Beatriz e Maria Veloso garantem ao vídeo uma profundidade que dialoga com o clima de tensão introspectiva da faixa. O single foi produzido e mixado por Ralf Zeq, com arranjos assinados em conjunto com a banda, e ganhou uma capa criada pelo próprio Marcos Oliveira — reforçando o caráter artesanal e autoral do projeto.

Com Ronald Esteferson (vocais), Marcos Oliveira e Allan Souza (guitarras), Sandro Sanders (baixo) e Júlio Cesar (bateria), a Crônica Ativa vem consolidando uma trajetória marcada por superação, sensibilidade e reinvenção constante. Desde sua origem em São José dos Campos, em 2011, passando pela transição de banda de covers para grupo autoral, pela reconstrução após trocas de formação e pela dor da perda de seu baixista Diego Araújo durante a pandemia, o conjunto transformou adversidades em combustível criativo. O álbum “Alvorecer” e o premiado videoclipe de “Submersa” são provas dessa resiliência artística que se mantém viva.
Agora, com os singles “AQUI”, “Incendiar” e “Colateral”, a Crônica Ativa abre caminho para seu próximo álbum, previsto para o primeiro semestre de 2026, consolidando-se não apenas como uma banda de metal moderno, mas como uma voz narrativa que registra, em forma de arte, sua própria história — uma verdadeira crônica ativa sobre resistência, identidade, vulnerabilidade e força.