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O Durkmoose é mais do que uma banda — é o resultado de uma amizade de décadas transformada em criação sonora. Formado por Aaron Pickett (baixo) e Thomas Hooker (guitarra e sintetizadores), o duo surgiu da conexão entre dois músicos que se conheceram ainda no colégio, em Indianápolis (EUA), e que, mesmo após seguirem caminhos diferentes, jamais perderam o vínculo criativo. Anos depois, um reencontro no Texas e a inspiração após um show do A Perfect Circle reacenderam o desejo de fazer música juntos. O resultado foi o nascimento do Durkmoose, um projeto de post-rock instrumental cinematográfico, que une peso, melancolia e ambiências sombrias em uma sonoridade única e emocionalmente densa.

O primeiro trabalho da dupla, o EP Hill Controlled, lançado em 11 de setembro de 2020, apresentou uma mistura crua e orgânica de rock alternativo com atmosferas góticas e texturas analógicas. As faixas “Bullet in the Head” e “Fail” exibem uma energia quase grunge, enquanto “Delirium” e “Scrape Tree” revelam a faceta mais introspectiva e sombria do duo — um equilíbrio entre intensidade e contemplação que rapidamente conquistou ouvintes. A crítica destacou o caráter cinematográfico e emocionalmente sofisticado do som, que remete a bandas como Nirvana, Mountain e Failure, mas com uma identidade própria marcada pela espontaneidade e pela autenticidade.
Em 2022, o Durkmoose deu sequência à sua jornada com o EP Deuces, um trabalho mais experimental, mas ainda profundamente orgânico. O destaque fica por conta de “Year of the Tiger”, uma faixa que se inicia em um clima etéreo, guiado por teclas ambientais e um piano tremolado, e se transforma em uma jam densa e psicodélica que evoca o espírito de David Bowie. Já “Neurilemma” mostra o lado mais cru e emocional do projeto, crescendo de um início acústico delicado até um clímax de guitarras distorcidas e percussão visceral. Atualmente, mesmo morando em estados diferentes — Pickett em Albuquerque (Novo México) e Hooker em Portland (Oregon) —, os dois seguem compondo à distância, mantendo viva a essência do Durkmoose: a música como elo atemporal entre amizade, emoção e experimentação sonora.
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O Durkmoose é mais do que uma banda — é o resultado de uma amizade de décadas transformada em criação sonora. Formado por Aaron Pickett (baixo) e Thomas Hooker (guitarra e sintetizadores), o duo surgiu da conexão entre dois músicos que se conheceram ainda no colégio, em Indianápolis (EUA), e que, mesmo após seguirem caminhos diferentes, jamais perderam o vínculo criativo. Anos depois, um reencontro no Texas e a inspiração após um show do A Perfect Circle reacenderam o desejo de fazer música juntos. O resultado foi o nascimento do Durkmoose, um projeto de post-rock instrumental cinematográfico, que une peso, melancolia e ambiências sombrias em uma sonoridade única e emocionalmente densa.

O primeiro trabalho da dupla, o EP Hill Controlled, lançado em 11 de setembro de 2020, apresentou uma mistura crua e orgânica de rock alternativo com atmosferas góticas e texturas analógicas. As faixas “Bullet in the Head” e “Fail” exibem uma energia quase grunge, enquanto “Delirium” e “Scrape Tree” revelam a faceta mais introspectiva e sombria do duo — um equilíbrio entre intensidade e contemplação que rapidamente conquistou ouvintes. A crítica destacou o caráter cinematográfico e emocionalmente sofisticado do som, que remete a bandas como Nirvana, Mountain e Failure, mas com uma identidade própria marcada pela espontaneidade e pela autenticidade.
Em 2022, o Durkmoose deu sequência à sua jornada com o EP Deuces, um trabalho mais experimental, mas ainda profundamente orgânico. O destaque fica por conta de “Year of the Tiger”, uma faixa que se inicia em um clima etéreo, guiado por teclas ambientais e um piano tremolado, e se transforma em uma jam densa e psicodélica que evoca o espírito de David Bowie. Já “Neurilemma” mostra o lado mais cru e emocional do projeto, crescendo de um início acústico delicado até um clímax de guitarras distorcidas e percussão visceral. Atualmente, mesmo morando em estados diferentes — Pickett em Albuquerque (Novo México) e Hooker em Portland (Oregon) —, os dois seguem compondo à distância, mantendo viva a essência do Durkmoose: a música como elo atemporal entre amizade, emoção e experimentação sonora.