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Após uma década dominando a cena underground de Filadélfia, a banda GRĀVELŌRD retorna com o single “ANHEDONIA”, um verdadeiro hino de resistência e intensidade que antecipa o próximo álbum, Anesthetic. Conhecidos por sua sonoridade pesada, veloz e sem concessões, os músicos se recusam a seguir tendências e mantêm sua essência autêntica, misturando o espírito melódico do metalcore dos anos 2000 com a fúria crua do hardcore moderno e a sujeira característica do nu metal. O resultado é uma fusão explosiva que honra as raízes do gênero ao mesmo tempo em que o projeta para o futuro — uma sonoridade que é tanto tributo quanto declaração de guerra.

“ANHEDONIA” marca uma nova era para o grupo, introduzindo o baterista Mike Preston, cuja pegada rítmica e visceral se tornou o motor do novo som da banda. Ao lado de Steven Anderson (baixo), Preston conduz uma base rítmica densa e cheia de groove, enquanto Michael Wooden e CJ Costantino entregam riffs cortantes e harmonias melódicas em perfeita simbiose entre caos e precisão. Na linha de frente, o vocalista Mario Castelan domina o microfone com gritos rasgados e cheios de intenção — articulados, mas selvagens —, reafirmando o caráter indomável e instintivo do GRĀVELŌRD.
Sem vocais limpos, sem enfeites e sem concessões, “ANHEDONIA” é mais do que uma música: é uma declaração de identidade. O single convida os fãs a confrontarem seus próprios demônios e transformarem a dor em força — o cerne emocional que define o metalcore em sua forma mais pura. Com uma década de trajetória e uma nova formação que imprime vigor e maturidade ao som, o GRĀVELŌRD se consolida como uma das bandas mais autênticas e brutais do cenário norte-americano atual, provando que o metalcore ainda pulsa com a mesma intensidade e urgência de quando tudo começou.
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Após uma década dominando a cena underground de Filadélfia, a banda GRĀVELŌRD retorna com o single “ANHEDONIA”, um verdadeiro hino de resistência e intensidade que antecipa o próximo álbum, Anesthetic. Conhecidos por sua sonoridade pesada, veloz e sem concessões, os músicos se recusam a seguir tendências e mantêm sua essência autêntica, misturando o espírito melódico do metalcore dos anos 2000 com a fúria crua do hardcore moderno e a sujeira característica do nu metal. O resultado é uma fusão explosiva que honra as raízes do gênero ao mesmo tempo em que o projeta para o futuro — uma sonoridade que é tanto tributo quanto declaração de guerra.

“ANHEDONIA” marca uma nova era para o grupo, introduzindo o baterista Mike Preston, cuja pegada rítmica e visceral se tornou o motor do novo som da banda. Ao lado de Steven Anderson (baixo), Preston conduz uma base rítmica densa e cheia de groove, enquanto Michael Wooden e CJ Costantino entregam riffs cortantes e harmonias melódicas em perfeita simbiose entre caos e precisão. Na linha de frente, o vocalista Mario Castelan domina o microfone com gritos rasgados e cheios de intenção — articulados, mas selvagens —, reafirmando o caráter indomável e instintivo do GRĀVELŌRD.
Sem vocais limpos, sem enfeites e sem concessões, “ANHEDONIA” é mais do que uma música: é uma declaração de identidade. O single convida os fãs a confrontarem seus próprios demônios e transformarem a dor em força — o cerne emocional que define o metalcore em sua forma mais pura. Com uma década de trajetória e uma nova formação que imprime vigor e maturidade ao som, o GRĀVELŌRD se consolida como uma das bandas mais autênticas e brutais do cenário norte-americano atual, provando que o metalcore ainda pulsa com a mesma intensidade e urgência de quando tudo começou.