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ZRob, o baterista robô que é mais rápido do que qualquer humano

Um robô baterista apelidado de ZRob, nome em referência a Charlie Watts, homenagem ao falecido baterista dos Rolling Stones, desafia o universo da música com a velocidade e precisão enquanto está em ação.

Desenvolvido pelo designer Mojtaba Karbasi, da Universidade de Oslo, na Noruega, o ZRob consegue tocar mais rápido do que um ser humano e ainda pode tocar em compassos ainda não descobertos, segundo o jornal Daily Star.

Com um “pulso” flexível, o ZRob consegue tocar qualquer música já escrita, ouvir a si mesmo enquanto toca e usar inteligência artificial para criar um estilo único.

Embora, atualmente, seja necessário o uso de vários robôs para tocar uma bateria inteira, especialistas acreditam que, com o avanço da tecnologia, um único robô poderia, no futuro, assumir todo o trabalho — uma revolução para a música.

“Um robô que imita precisamente o comportamento humano não é inspirador. Os humanos poderiam fazer o mesmo, ou até melhor”, afirmou o designer.

O parceiro de estudo de Karbasi, o professor Alexander Refsum Jensenius afirmou que isso não sinaliza o fim para os bateristas. “Não estamos tentando tomar o corpo humano como ponto de partida”, finalizou.

 

Fonte: Portal R7

 

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ZRob, o baterista robô que é mais rápido do que qualquer humano

Um robô baterista apelidado de ZRob, nome em referência a Charlie Watts, homenagem ao falecido baterista dos Rolling Stones, desafia o universo da música com a velocidade e precisão enquanto está em ação.

Desenvolvido pelo designer Mojtaba Karbasi, da Universidade de Oslo, na Noruega, o ZRob consegue tocar mais rápido do que um ser humano e ainda pode tocar em compassos ainda não descobertos, segundo o jornal Daily Star.

Com um “pulso” flexível, o ZRob consegue tocar qualquer música já escrita, ouvir a si mesmo enquanto toca e usar inteligência artificial para criar um estilo único.

Embora, atualmente, seja necessário o uso de vários robôs para tocar uma bateria inteira, especialistas acreditam que, com o avanço da tecnologia, um único robô poderia, no futuro, assumir todo o trabalho — uma revolução para a música.

“Um robô que imita precisamente o comportamento humano não é inspirador. Os humanos poderiam fazer o mesmo, ou até melhor”, afirmou o designer.

O parceiro de estudo de Karbasi, o professor Alexander Refsum Jensenius afirmou que isso não sinaliza o fim para os bateristas. “Não estamos tentando tomar o corpo humano como ponto de partida”, finalizou.

 

Fonte: Portal R7

 

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