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A banda grega Typhus reforça sua posição como um dos nomes mais consistentes do heavy metal contemporâneo ao apresentar o single “Army of None”, faixa que encerra a mini-saga conceitual inserida em seu aguardado segundo álbum, “Fate Weaver”, lançado em 10 de outubro. Dando continuidade ao caminho traçado por singles anteriores como “Catacombs of Sancre Tor”, “Only Ashes Remain” e “I Stand Defiant”, a nova música reafirma a identidade da banda: heavy metal épico, carregado de melodias marcantes, atmosfera sombria e um sentimento constante de tensão, desespero e determinação diante do caos e do fim inevitável.

“Army of None” representa o ato final da narrativa apocalíptica desenvolvida ao longo de Fate Weaver. Nesta etapa, a figura central da história alcança a chamada “grande verdade” dos Planaltos Apócrifos: a compreensão de que a divindade ou a tirania absoluta não são conquistadas por batalhas ou força bruta, mas pelo domínio do vazio, da ausência e da manipulação das massas. Munido desse conhecimento eterno, o protagonista inicia sua ascensão rumo ao domínio total, apenas para se tornar o próprio inimigo. O resultado é sua transformação em uma divindade demoníaca — a personificação final da decadência. Musicalmente, essa filosofia sombria se traduz em riffs densos, vocais intensos, passagens progressivas e uma construção dramática que reforça o clima de fatalismo cósmico presente em toda a faixa.
Formada originalmente em Atenas em 2009 sob o nome Nuclear Terror, a Typhus iniciou sua trajetória como uma banda de thrash metal puro, lançando o EP Contaminated Salvation em 2014 e conquistando atenção positiva da crítica. A mudança de nome marcou um ponto de virada criativo e estratégico, culminando no álbum de estreia “Mass Produced Perfection” (2020), amplamente elogiado por sua velocidade, vocais agudos e estruturas progressivas. Mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia, a banda seguiu em ascensão, se apresentando em grandes eventos como Wacken Open Air 2022, AthensRocks 2023 ao lado de Ghost, Rotting Christ e Candlemass, além do show comemorativo do Rotting Christ em 2024. Agora, com Fate Weaver gravado no The Audio Cult e mixado e masterizado por Alex Ketenjian no Unreal Studios, a Typhus consolida sua maturidade artística e criativa, entregando um trabalho ambicioso que une tradição, modernidade e narrativa épica — firmando definitivamente seu nome entre os grandes representantes do metal grego atual.
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A banda grega Typhus reforça sua posição como um dos nomes mais consistentes do heavy metal contemporâneo ao apresentar o single “Army of None”, faixa que encerra a mini-saga conceitual inserida em seu aguardado segundo álbum, “Fate Weaver”, lançado em 10 de outubro. Dando continuidade ao caminho traçado por singles anteriores como “Catacombs of Sancre Tor”, “Only Ashes Remain” e “I Stand Defiant”, a nova música reafirma a identidade da banda: heavy metal épico, carregado de melodias marcantes, atmosfera sombria e um sentimento constante de tensão, desespero e determinação diante do caos e do fim inevitável.

“Army of None” representa o ato final da narrativa apocalíptica desenvolvida ao longo de Fate Weaver. Nesta etapa, a figura central da história alcança a chamada “grande verdade” dos Planaltos Apócrifos: a compreensão de que a divindade ou a tirania absoluta não são conquistadas por batalhas ou força bruta, mas pelo domínio do vazio, da ausência e da manipulação das massas. Munido desse conhecimento eterno, o protagonista inicia sua ascensão rumo ao domínio total, apenas para se tornar o próprio inimigo. O resultado é sua transformação em uma divindade demoníaca — a personificação final da decadência. Musicalmente, essa filosofia sombria se traduz em riffs densos, vocais intensos, passagens progressivas e uma construção dramática que reforça o clima de fatalismo cósmico presente em toda a faixa.
Formada originalmente em Atenas em 2009 sob o nome Nuclear Terror, a Typhus iniciou sua trajetória como uma banda de thrash metal puro, lançando o EP Contaminated Salvation em 2014 e conquistando atenção positiva da crítica. A mudança de nome marcou um ponto de virada criativo e estratégico, culminando no álbum de estreia “Mass Produced Perfection” (2020), amplamente elogiado por sua velocidade, vocais agudos e estruturas progressivas. Mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia, a banda seguiu em ascensão, se apresentando em grandes eventos como Wacken Open Air 2022, AthensRocks 2023 ao lado de Ghost, Rotting Christ e Candlemass, além do show comemorativo do Rotting Christ em 2024. Agora, com Fate Weaver gravado no The Audio Cult e mixado e masterizado por Alex Ketenjian no Unreal Studios, a Typhus consolida sua maturidade artística e criativa, entregando um trabalho ambicioso que une tradição, modernidade e narrativa épica — firmando definitivamente seu nome entre os grandes representantes do metal grego atual.