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O escritor Stephen King surpreendeu fãs ao revelar, durante uma sessão de AMA (Ask Me Anything) no Reddit, que nunca gostou do Black Sabbath. A declaração aconteceu enquanto ele promovia o filme The Long Walk, adaptação de seu romance distópico de 1979, que retrata um futuro totalitário nos Estados Unidos onde jovens participam de uma competição mortal de resistência física — o último sobrevivente é declarado vencedor.
Ao ser questionado sobre qual playlist escolheria para acompanhar a caminhada fictícia, King montou duas listas musicais: uma refletindo seu gosto em 1979, e outra com preferências atuais. Entre os clássicos da época, citou Get Together (The Youngbloods), Eve of Destruction (Barry McGuire), Carol (Rolling Stones), Subterranean Homesick Blues (Bob Dylan), Summertime Blues (Eddie Cochran) e Rock and Roll is Here to Stay (Danny and the Juniors). Já na playlist atual, o autor destacou nomes como AC/DC, Rancid, Metallica, Rolling Stones e Bruce Springsteen.
Apesar da forte ligação da sua obra com a música, King deixou claro que o Black Sabbath nunca fez parte de seu repertório pessoal.

A relação do escritor com a música, entretanto, é evidente em sua carreira. Suas histórias frequentemente utilizam canções como marcadores culturais, contextualizando períodos históricos. Além disso, King serviu de inspiração para bandas de peso: o Metallica retirou a expressão Ride the Lightning de seu livro A Dança da Morte, enquanto os Ramones batizaram Pet Sematary a partir do romance homônimo de 1983.
O ano de 2025 marca uma nova leva de adaptações de suas obras. The Long Walk estreia nos cinemas do Reino Unido em 12 de setembro. Em novembro será a vez de uma nova versão de The Running Man. The Life of Chuck, baseado em um conto do autor, já está em cartaz, enquanto The Monkey chegou às telas em fevereiro.
Durante a mesma interação com os fãs no Reddit, King também falou sobre política. Ele classificou o segundo mandato de Donald Trump como “uma história de terror” e defendeu o impeachment do presidente.
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O escritor Stephen King surpreendeu fãs ao revelar, durante uma sessão de AMA (Ask Me Anything) no Reddit, que nunca gostou do Black Sabbath. A declaração aconteceu enquanto ele promovia o filme The Long Walk, adaptação de seu romance distópico de 1979, que retrata um futuro totalitário nos Estados Unidos onde jovens participam de uma competição mortal de resistência física — o último sobrevivente é declarado vencedor.
Ao ser questionado sobre qual playlist escolheria para acompanhar a caminhada fictícia, King montou duas listas musicais: uma refletindo seu gosto em 1979, e outra com preferências atuais. Entre os clássicos da época, citou Get Together (The Youngbloods), Eve of Destruction (Barry McGuire), Carol (Rolling Stones), Subterranean Homesick Blues (Bob Dylan), Summertime Blues (Eddie Cochran) e Rock and Roll is Here to Stay (Danny and the Juniors). Já na playlist atual, o autor destacou nomes como AC/DC, Rancid, Metallica, Rolling Stones e Bruce Springsteen.
Apesar da forte ligação da sua obra com a música, King deixou claro que o Black Sabbath nunca fez parte de seu repertório pessoal.

A relação do escritor com a música, entretanto, é evidente em sua carreira. Suas histórias frequentemente utilizam canções como marcadores culturais, contextualizando períodos históricos. Além disso, King serviu de inspiração para bandas de peso: o Metallica retirou a expressão Ride the Lightning de seu livro A Dança da Morte, enquanto os Ramones batizaram Pet Sematary a partir do romance homônimo de 1983.
O ano de 2025 marca uma nova leva de adaptações de suas obras. The Long Walk estreia nos cinemas do Reino Unido em 12 de setembro. Em novembro será a vez de uma nova versão de The Running Man. The Life of Chuck, baseado em um conto do autor, já está em cartaz, enquanto The Monkey chegou às telas em fevereiro.
Durante a mesma interação com os fãs no Reddit, King também falou sobre política. Ele classificou o segundo mandato de Donald Trump como “uma história de terror” e defendeu o impeachment do presidente.