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REVIEW DE ÁLBUM: THIS DARK DESIGN – THIS DARK DESIGN (2024)

Neste álbum ousado e multifacetado, a banda This Dark Design nos guia por um passeio intenso através de uma gama impressionante de subgêneros do metal, entregando uma experiência sonora diversificada e repleta de surpresas. Abaixo, detalhamos cada faixa, explorando suas nuances e influências.

Pode ser uma imagem de 3 pessoas e texto

O álbum inicia com “Monster” que tem uma introdução que lembra o estilo sombrio e provocador de Marilyn Manson, mas rapidamente evolui para um som mais pesado, misturando death metal com vocais limpos que remetem ao gothic metal de bandas como HIM e In Flames. A faixa é um híbrido entre o peso do progressive death metal e elementos do industrial, garantindo uma abertura densa e cativante.

A segunda faixa, “Some Kind of God”, adota uma abordagem mais agressiva, com guitarras rápidas e vocais intensamente drivados, trazendo uma pegada hardcore mesclada com thrash metal. A energia crua dessa música é palpável, proporcionando um contraste marcante com a faixa anterior.

Em “Join My Apocalypse”, a banda mistura o vigor do metalcore com a melancolia do gothic metal. A música começa agressiva, mas logo evolui para um dueto entre vocais drivados e limpos, muito na linha do Killswitch Engage, mas com uma forte atmosfera gótica. A faixa equilibra bem peso e emoção, criando um ponto alto do álbum.

A quarta faixa, “Kingdom of the Lost”, apresenta uma introdução com dueto de vocais limpos e um riff que remete ao metalcore dos anos 1990/2000. A combinação de vocais limpos com bom alcance vocal e riffs precisos traz uma vibe do emocore, lembrando bandas como Three Days Grace. Uma faixa emotiva, porém intensa.

“Immortal” começa com uma atmosfera sombria e lenta, à la Paradise Lost e Dark Tranquility, a música rapidamente mergulha em uma sonoridade mais pesada. O refrão surpreende com elementos grunge, uma mistura que enriquece a composição e traz uma nova dinâmica ao álbum.

Em “Resign”, esta faixa é marcada pela velocidade, com riffs acelerados e vocais drivados. Os breakdowns são eficazes e bem executados, mantendo a agressividade em alta e dando uma nova dose de energia ao álbum.

Aqui em “Shattered Mind”, o metalcore assume uma identidade mais progressiva, com flertes com o death metal e o hardcore. O solo é impressionante, e a música se destaca por ter a sonoridade mais única do álbum. Este é o momento em que a banda demonstra toda sua capacidade de inovação, tornando-a a favorita do álbum.

“Break Down the Walls” retorna ao metalcore, com um refrão que, apesar de confuso devido ao contraste entre vocais limpos e drivados, se redime com um breakdown eficaz e riffs acelerados no final. A progressão é interessante, e a surpresa final garante uma boa impressão.

Encerrando o álbum, “Karma”, nós temos uma faixa que lembra muito o início do metalcore, especialmente bandas como Killswitch Engage. O refrão é cativante, e o desenvolvimento gradual da música é muito bem construído. O uso prolongado do fry vocal adiciona uma camada extra de peso, enquanto o retorno ao estilo Dark Tranquility dá uma dinâmica mais leve antes de voltar ao peso.

Este álbum explora uma rica gama de influências, desde o metalcore, death metal, e gothic metal até toques de hardcore, progressive e até mesmo o grunge. Com passagens intensas e atmosféricas, a banda mostra versatilidade e criatividade. Destacam-se faixas como a “Shattered Mind”, que revela a verdadeira identidade do grupo, e a fusão de estilos, que mantém o ouvinte constantemente intrigado. Embora nem todas as experimentações sejam completamente bem-sucedidas, o álbum é um deleite para quem aprecia a diversidade dentro do metal.

Pra mim é 8/10

Review by Fabricio Cunha

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REVIEW DE ÁLBUM: THIS DARK DESIGN – THIS DARK DESIGN (2024)

Neste álbum ousado e multifacetado, a banda This Dark Design nos guia por um passeio intenso através de uma gama impressionante de subgêneros do metal, entregando uma experiência sonora diversificada e repleta de surpresas. Abaixo, detalhamos cada faixa, explorando suas nuances e influências.

Pode ser uma imagem de 3 pessoas e texto

O álbum inicia com “Monster” que tem uma introdução que lembra o estilo sombrio e provocador de Marilyn Manson, mas rapidamente evolui para um som mais pesado, misturando death metal com vocais limpos que remetem ao gothic metal de bandas como HIM e In Flames. A faixa é um híbrido entre o peso do progressive death metal e elementos do industrial, garantindo uma abertura densa e cativante.

A segunda faixa, “Some Kind of God”, adota uma abordagem mais agressiva, com guitarras rápidas e vocais intensamente drivados, trazendo uma pegada hardcore mesclada com thrash metal. A energia crua dessa música é palpável, proporcionando um contraste marcante com a faixa anterior.

Em “Join My Apocalypse”, a banda mistura o vigor do metalcore com a melancolia do gothic metal. A música começa agressiva, mas logo evolui para um dueto entre vocais drivados e limpos, muito na linha do Killswitch Engage, mas com uma forte atmosfera gótica. A faixa equilibra bem peso e emoção, criando um ponto alto do álbum.

A quarta faixa, “Kingdom of the Lost”, apresenta uma introdução com dueto de vocais limpos e um riff que remete ao metalcore dos anos 1990/2000. A combinação de vocais limpos com bom alcance vocal e riffs precisos traz uma vibe do emocore, lembrando bandas como Three Days Grace. Uma faixa emotiva, porém intensa.

“Immortal” começa com uma atmosfera sombria e lenta, à la Paradise Lost e Dark Tranquility, a música rapidamente mergulha em uma sonoridade mais pesada. O refrão surpreende com elementos grunge, uma mistura que enriquece a composição e traz uma nova dinâmica ao álbum.

Em “Resign”, esta faixa é marcada pela velocidade, com riffs acelerados e vocais drivados. Os breakdowns são eficazes e bem executados, mantendo a agressividade em alta e dando uma nova dose de energia ao álbum.

Aqui em “Shattered Mind”, o metalcore assume uma identidade mais progressiva, com flertes com o death metal e o hardcore. O solo é impressionante, e a música se destaca por ter a sonoridade mais única do álbum. Este é o momento em que a banda demonstra toda sua capacidade de inovação, tornando-a a favorita do álbum.

“Break Down the Walls” retorna ao metalcore, com um refrão que, apesar de confuso devido ao contraste entre vocais limpos e drivados, se redime com um breakdown eficaz e riffs acelerados no final. A progressão é interessante, e a surpresa final garante uma boa impressão.

Encerrando o álbum, “Karma”, nós temos uma faixa que lembra muito o início do metalcore, especialmente bandas como Killswitch Engage. O refrão é cativante, e o desenvolvimento gradual da música é muito bem construído. O uso prolongado do fry vocal adiciona uma camada extra de peso, enquanto o retorno ao estilo Dark Tranquility dá uma dinâmica mais leve antes de voltar ao peso.

Este álbum explora uma rica gama de influências, desde o metalcore, death metal, e gothic metal até toques de hardcore, progressive e até mesmo o grunge. Com passagens intensas e atmosféricas, a banda mostra versatilidade e criatividade. Destacam-se faixas como a “Shattered Mind”, que revela a verdadeira identidade do grupo, e a fusão de estilos, que mantém o ouvinte constantemente intrigado. Embora nem todas as experimentações sejam completamente bem-sucedidas, o álbum é um deleite para quem aprecia a diversidade dentro do metal.

Pra mim é 8/10

Review by Fabricio Cunha

No AR!!