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Raves com bebês viram febre no cenário da música eletrônica

Você adora sair para dançar, mas a vida de pai ou mãe o afasta das pistas? A desculpa acabou.

A nova tendência do cenário dançante de Nova York é a rave com bebês. Mães e pais com seus filhos acomodados em cangurus se sacolejam na pista do Little Ravers ao comando de um DJ descolado, num evento que vem atraindo multidões a um espaço industrial chique no bairro do Brooklyn. Bombou e acabou exportado para outras metrópoles dos EUA.

Ao som de um remix ultramoderno do clássico “Baby Shark” ou “Cabeça, Ombro, Joelho e Pé” turbinado com bate-estacas, famílias com pinturas faciais psicodélicas evoluem enquanto muitas luzes coloridas giram ao redor. Algumas crianças são vistas com protetores de ouvidos, naturalmente.

“As crianças se entregam à pista de dança, adorando cada segundo das luzes, da música e dos elementos interativos. Mas também vimos pais reviverem seus dias de festival, dançando tão intensamente, e às vezes mais intensamente que seus filhos”, disse Adam Lewis, um dos cofundadores da Little Ravers, que defende o slogan Paz, Amor, União e Respeito, de acordo com o “NY Post”.

O fenômeno começou engatinhando na Austrália e cruzou com sucesso o Pacífico rumo aos EUA. As raves começaram nos anos 1980, quando os millennials nasceram, e se tornaram uma vibe de festa popular nos anos 2000, quando floresceram os festivais de música eletrônica. O novo movimento quer fidelizar adeptos desde a infância, criando memórias de diversão intensa com os pais. Muitos dos quais se conheceram exatamente numa rave.

Nadine Walker levou o seu filho pequeno, Lucas, ao Little Ravers com o melhor amigo dele para que os meninos corressem e gastassem energia. Ela não esperava se esgotar também.

“Faz anos que não vou a uma boate, e me senti como se estivesse numa balada”, comentou a americana.

Para Angie e Matt Mitola, ambos na faixa dos 30 anos, as raves são “a nossa cena”.

“O fato de termos podido compartilhar isso com a nossa filha tornou a experiência muito melhor”, declarou Angie.

Eles estavam “animados” para dirigir uma hora de Nova Jersey para participar do Little Ravers, mas não era o primeiro da filha. Ela já está inserida no universo da música eletrônica. O tema do recente primeiro aniversário da menina foi “A Primeira Rave da Bebê”.

Fonte: PageNotFound

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Raves com bebês viram febre no cenário da música eletrônica

Você adora sair para dançar, mas a vida de pai ou mãe o afasta das pistas? A desculpa acabou.

A nova tendência do cenário dançante de Nova York é a rave com bebês. Mães e pais com seus filhos acomodados em cangurus se sacolejam na pista do Little Ravers ao comando de um DJ descolado, num evento que vem atraindo multidões a um espaço industrial chique no bairro do Brooklyn. Bombou e acabou exportado para outras metrópoles dos EUA.

Ao som de um remix ultramoderno do clássico “Baby Shark” ou “Cabeça, Ombro, Joelho e Pé” turbinado com bate-estacas, famílias com pinturas faciais psicodélicas evoluem enquanto muitas luzes coloridas giram ao redor. Algumas crianças são vistas com protetores de ouvidos, naturalmente.

“As crianças se entregam à pista de dança, adorando cada segundo das luzes, da música e dos elementos interativos. Mas também vimos pais reviverem seus dias de festival, dançando tão intensamente, e às vezes mais intensamente que seus filhos”, disse Adam Lewis, um dos cofundadores da Little Ravers, que defende o slogan Paz, Amor, União e Respeito, de acordo com o “NY Post”.

O fenômeno começou engatinhando na Austrália e cruzou com sucesso o Pacífico rumo aos EUA. As raves começaram nos anos 1980, quando os millennials nasceram, e se tornaram uma vibe de festa popular nos anos 2000, quando floresceram os festivais de música eletrônica. O novo movimento quer fidelizar adeptos desde a infância, criando memórias de diversão intensa com os pais. Muitos dos quais se conheceram exatamente numa rave.

Nadine Walker levou o seu filho pequeno, Lucas, ao Little Ravers com o melhor amigo dele para que os meninos corressem e gastassem energia. Ela não esperava se esgotar também.

“Faz anos que não vou a uma boate, e me senti como se estivesse numa balada”, comentou a americana.

Para Angie e Matt Mitola, ambos na faixa dos 30 anos, as raves são “a nossa cena”.

“O fato de termos podido compartilhar isso com a nossa filha tornou a experiência muito melhor”, declarou Angie.

Eles estavam “animados” para dirigir uma hora de Nova Jersey para participar do Little Ravers, mas não era o primeiro da filha. Ela já está inserida no universo da música eletrônica. O tema do recente primeiro aniversário da menina foi “A Primeira Rave da Bebê”.

Fonte: PageNotFound

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