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Paul McCartney chamou a atenção do diretor Sam Mendes para um detalhe na caracterização dos personagens das cinebiografias dos Beatles. Ao ver imagens das gravações, o músico percebeu que Paul Mescal, responsável por interpretá-lo, parecia menor do que Harris Dickinson, escolhido para viver John Lennon, apesar de os dois integrantes do grupo terem alturas semelhantes na vida real.
O elenco foi anunciado oficialmente em abril de 2025. O projeto prevê quatro longas-metragens, um dedicado a cada integrante do Fab Four, todos dirigidos por Mendes, vencedor do Oscar por “Beleza Americana” (1999). Além de Mescal e Dickinson, Joseph Quinn interpretará George Harrison, enquanto Barry Keoghan dará vida a Ringo Starr.

Em agosto deste ano, os atores recriaram a famosa travessia da faixa de pedestres em Abbey Road, Londres, eternizada na capa do álbum homônimo dos Beatles. Ao comentar as imagens em conversa com a atriz e comediante Amy Poehler, McCartney contou que decidiu entrar em contato diretamente com o diretor.
“Então, mandei uma mensagem para ele: ‘Sam, [risos] ele está menor. Não faça isso. Você disse que não faria isso’”, relatou. Segundo o músico, Mendes explicou que a diferença aparente era resultado do padrão das passadas dos atores e enviou outra imagem em que os dois apareciam praticamente da mesma altura.
McCartney também lembrou que uma situação semelhante ocorreu em “O Garoto de Liverpool” (2009), cinebiografia dirigida por Sam Taylor-Johnson. No filme, o músico foi interpretado por Thomas Brodie-Sangster, enquanto Aaron Taylor-Johnson viveu Lennon. Para McCartney, a produção apresentou uma representação distorcida da relação física entre os dois amigos.
“Meu personagem é meio fracote. Menor do que John. John me derruba no chão. Eu disse: ‘Sam, isso não é verdade!’”, recordou. A diretora respondeu que se tratava de um filme, não de um documentário, justificativa que não convenceu o ex-Beatle.
As novas cinebiografias ainda não tiveram todos os detalhes da produção divulgados. A preocupação de McCartney, porém, mostra como a representação dos integrantes da banda — inclusive em aspectos aparentemente pequenos, como a altura — pode influenciar a maneira como suas histórias serão retratadas no cinema.
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Paul McCartney chamou a atenção do diretor Sam Mendes para um detalhe na caracterização dos personagens das cinebiografias dos Beatles. Ao ver imagens das gravações, o músico percebeu que Paul Mescal, responsável por interpretá-lo, parecia menor do que Harris Dickinson, escolhido para viver John Lennon, apesar de os dois integrantes do grupo terem alturas semelhantes na vida real.
O elenco foi anunciado oficialmente em abril de 2025. O projeto prevê quatro longas-metragens, um dedicado a cada integrante do Fab Four, todos dirigidos por Mendes, vencedor do Oscar por “Beleza Americana” (1999). Além de Mescal e Dickinson, Joseph Quinn interpretará George Harrison, enquanto Barry Keoghan dará vida a Ringo Starr.

Em agosto deste ano, os atores recriaram a famosa travessia da faixa de pedestres em Abbey Road, Londres, eternizada na capa do álbum homônimo dos Beatles. Ao comentar as imagens em conversa com a atriz e comediante Amy Poehler, McCartney contou que decidiu entrar em contato diretamente com o diretor.
“Então, mandei uma mensagem para ele: ‘Sam, [risos] ele está menor. Não faça isso. Você disse que não faria isso’”, relatou. Segundo o músico, Mendes explicou que a diferença aparente era resultado do padrão das passadas dos atores e enviou outra imagem em que os dois apareciam praticamente da mesma altura.
McCartney também lembrou que uma situação semelhante ocorreu em “O Garoto de Liverpool” (2009), cinebiografia dirigida por Sam Taylor-Johnson. No filme, o músico foi interpretado por Thomas Brodie-Sangster, enquanto Aaron Taylor-Johnson viveu Lennon. Para McCartney, a produção apresentou uma representação distorcida da relação física entre os dois amigos.
“Meu personagem é meio fracote. Menor do que John. John me derruba no chão. Eu disse: ‘Sam, isso não é verdade!’”, recordou. A diretora respondeu que se tratava de um filme, não de um documentário, justificativa que não convenceu o ex-Beatle.
As novas cinebiografias ainda não tiveram todos os detalhes da produção divulgados. A preocupação de McCartney, porém, mostra como a representação dos integrantes da banda — inclusive em aspectos aparentemente pequenos, como a altura — pode influenciar a maneira como suas histórias serão retratadas no cinema.