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O músico irlandês Patrick McCarthy, natural de Maynooth, no condado de Kildare, e atualmente residente em Dublin, apresenta um álbum concebido integralmente durante o período da pandemia, a partir de um processo intenso de criação, gravação e produção em estúdio próprio. Segundo o material original, todas as faixas nasceram dentro de um projeto pessoal de escrita e registro sonoro, no qual o artista assumiu o controle criativo da maior parte dos instrumentos e dos arranjos, consolidando uma obra marcada pela autonomia artística e pelo comprometimento com cada etapa do processo musical.

Embora seja essencialmente guitarrista, Patrick McCarthy contou com a colaboração de músicos convidados para enriquecer as composições com arranjos mais complexos e camadas instrumentais diversificadas. O pianista Danny Mason participou das faixas 2, 3 e 5, contribuindo também na composição das músicas 3 e 5, enquanto Dennis Holt foi responsável pela bateria e percussão. O baixo, presente em grande parte do álbum, foi gravado por Luca Giachi, e o violoncelo, elemento central em algumas faixas, ficou a cargo de Isabel Williamson. Essa integração entre músicos reforça a proposta do disco, que combina identidade autoral com um trabalho coletivo cuidadosamente articulado.
O álbum passou ainda por um processo técnico rigoroso, com mixagem realizada por Larry Crane no Jackpot! Recording Studio e masterização assinada por Adam Haggar no Mount Olympia Mastering, garantindo clareza, equilíbrio e consistência sonora ao trabalho final. A arte da capa utiliza uma pintura do artista francês Stephane Blanchard, incorporando ao projeto uma dimensão visual alinhada à sensibilidade musical da obra. Com esse lançamento, Patrick McCarthy consolida sua atuação como compositor independente, apresentando um registro que reflete maturidade criativa, dedicação artesanal e um compromisso sólido com a construção de uma linguagem musical própria.
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O músico irlandês Patrick McCarthy, natural de Maynooth, no condado de Kildare, e atualmente residente em Dublin, apresenta um álbum concebido integralmente durante o período da pandemia, a partir de um processo intenso de criação, gravação e produção em estúdio próprio. Segundo o material original, todas as faixas nasceram dentro de um projeto pessoal de escrita e registro sonoro, no qual o artista assumiu o controle criativo da maior parte dos instrumentos e dos arranjos, consolidando uma obra marcada pela autonomia artística e pelo comprometimento com cada etapa do processo musical.

Embora seja essencialmente guitarrista, Patrick McCarthy contou com a colaboração de músicos convidados para enriquecer as composições com arranjos mais complexos e camadas instrumentais diversificadas. O pianista Danny Mason participou das faixas 2, 3 e 5, contribuindo também na composição das músicas 3 e 5, enquanto Dennis Holt foi responsável pela bateria e percussão. O baixo, presente em grande parte do álbum, foi gravado por Luca Giachi, e o violoncelo, elemento central em algumas faixas, ficou a cargo de Isabel Williamson. Essa integração entre músicos reforça a proposta do disco, que combina identidade autoral com um trabalho coletivo cuidadosamente articulado.
O álbum passou ainda por um processo técnico rigoroso, com mixagem realizada por Larry Crane no Jackpot! Recording Studio e masterização assinada por Adam Haggar no Mount Olympia Mastering, garantindo clareza, equilíbrio e consistência sonora ao trabalho final. A arte da capa utiliza uma pintura do artista francês Stephane Blanchard, incorporando ao projeto uma dimensão visual alinhada à sensibilidade musical da obra. Com esse lançamento, Patrick McCarthy consolida sua atuação como compositor independente, apresentando um registro que reflete maturidade criativa, dedicação artesanal e um compromisso sólido com a construção de uma linguagem musical própria.