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O músico e compositor Oscar Calstrom apresenta “O Asilo”, um álbum intenso, pessoal e profundamente crítico, nascido das experiências de isolamento, medo e condução desumana vividas durante a pandemia de COVID-19. Mais do que um disco, a obra funciona como um desabafo artístico e um retrato emocional de um período traumático, em que a música se torna ferramenta de resistência. Mesclando MPB clássica com peso e densidade do metal, Calstrom cria um trabalho singular, sombrio e intimista, que desafia rótulos e expectativas.

Em “O Asilo”, covers icônicos de Chico Buarque, Belchior, Ney Matogrosso e Plebe Rude são reinterpretados com guitarras pesadas, atmosferas densas e um contrabaixo sempre em destaque, ganhando novos significados políticos e sociais. Faixas como “Cálice” e “Rosa de Hiroshima” assumem um tom ainda mais perturbador, enquanto “Até Quando Esperar” se transforma em um grito ainda mais contundente por igualdade, com participação especial do vocalista Caio Stein (Hateful Agony). Já as composições autorais revelam um artista que transita entre a fúria, a melancolia e o desejo de superação, como em “Vai Passar”, que simboliza a libertação após um ciclo de opressão.
Produzido de forma totalmente independente em homestúdio, mas com extremo cuidado técnico e artístico, “O Asilo” evidencia o compromisso de Oscar Calstrom com a qualidade e a coerência estética. Influenciado por nomes como Rush e Tool, o álbum se destaca pela coragem de fundir gêneros, pela força de suas letras e pela honestidade emocional. Trata-se de um trabalho que não busca conforto, mas reflexão, um registro sombrio, necessário e impactante, que reafirma o poder da arte como denúncia, memória e resistência.
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O músico e compositor Oscar Calstrom apresenta “O Asilo”, um álbum intenso, pessoal e profundamente crítico, nascido das experiências de isolamento, medo e condução desumana vividas durante a pandemia de COVID-19. Mais do que um disco, a obra funciona como um desabafo artístico e um retrato emocional de um período traumático, em que a música se torna ferramenta de resistência. Mesclando MPB clássica com peso e densidade do metal, Calstrom cria um trabalho singular, sombrio e intimista, que desafia rótulos e expectativas.

Em “O Asilo”, covers icônicos de Chico Buarque, Belchior, Ney Matogrosso e Plebe Rude são reinterpretados com guitarras pesadas, atmosferas densas e um contrabaixo sempre em destaque, ganhando novos significados políticos e sociais. Faixas como “Cálice” e “Rosa de Hiroshima” assumem um tom ainda mais perturbador, enquanto “Até Quando Esperar” se transforma em um grito ainda mais contundente por igualdade, com participação especial do vocalista Caio Stein (Hateful Agony). Já as composições autorais revelam um artista que transita entre a fúria, a melancolia e o desejo de superação, como em “Vai Passar”, que simboliza a libertação após um ciclo de opressão.
Produzido de forma totalmente independente em homestúdio, mas com extremo cuidado técnico e artístico, “O Asilo” evidencia o compromisso de Oscar Calstrom com a qualidade e a coerência estética. Influenciado por nomes como Rush e Tool, o álbum se destaca pela coragem de fundir gêneros, pela força de suas letras e pela honestidade emocional. Trata-se de um trabalho que não busca conforto, mas reflexão, um registro sombrio, necessário e impactante, que reafirma o poder da arte como denúncia, memória e resistência.