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O Mötley Crüe obteve uma vitória importante no processo judicial movido pelo ex-guitarrista Mick Mars, que deixou a banda em 2022. Desde sua saída, a relação entre as partes passou a ser marcada por um intenso embate jurídico, com acusações feitas de ambos os lados.
Mars alegava ter sofrido prejuízos financeiros e afirmava que os demais integrantes teriam articulado sua exclusão do grupo. Por outro lado, o Mötley Crüe sustentava que o músico exigia o recebimento de 25% da renda das turnês mesmo após sua aposentadoria, o que contrariaria um acordo previamente estabelecido entre os membros.

Ao longo do processo, Mars chegou a afirmar que Nikki Sixx não teria tocado baixo durante a turnê de estádios realizada em 2022, acusação negada de forma enfática pelo baixista. A decisão, proferida por um árbitro independente, determinou que o ex-guitarrista não possui direito a qualquer participação nos lucros das turnês após sua saída da banda. Além disso, ele foi condenado a devolver mais de US$ 750 mil recebidos como adiantamento por shows.
Em comunicado oficial, o Mötley Crüe afirmou que a decisão “não apenas inocenta a banda contratual e financeiramente, mas também desmonta a narrativa pública promovida por Mars”. Segundo o grupo, o próprio ex-integrante reconheceu sob juramento que suas acusações sobre apresentações supostamente falsas não procediam, com seu próprio especialista confirmando que os shows foram executados ao vivo.
A equipe jurídica da banda destacou que o objetivo do processo sempre foi “proteger a integridade e o legado de uma das maiores bandas da história do rock”. Com o desfecho favorável, o Mötley Crüe afirma estar totalmente respaldado e absolvido em todas as frentes da disputa.
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O Mötley Crüe obteve uma vitória importante no processo judicial movido pelo ex-guitarrista Mick Mars, que deixou a banda em 2022. Desde sua saída, a relação entre as partes passou a ser marcada por um intenso embate jurídico, com acusações feitas de ambos os lados.
Mars alegava ter sofrido prejuízos financeiros e afirmava que os demais integrantes teriam articulado sua exclusão do grupo. Por outro lado, o Mötley Crüe sustentava que o músico exigia o recebimento de 25% da renda das turnês mesmo após sua aposentadoria, o que contrariaria um acordo previamente estabelecido entre os membros.

Ao longo do processo, Mars chegou a afirmar que Nikki Sixx não teria tocado baixo durante a turnê de estádios realizada em 2022, acusação negada de forma enfática pelo baixista. A decisão, proferida por um árbitro independente, determinou que o ex-guitarrista não possui direito a qualquer participação nos lucros das turnês após sua saída da banda. Além disso, ele foi condenado a devolver mais de US$ 750 mil recebidos como adiantamento por shows.
Em comunicado oficial, o Mötley Crüe afirmou que a decisão “não apenas inocenta a banda contratual e financeiramente, mas também desmonta a narrativa pública promovida por Mars”. Segundo o grupo, o próprio ex-integrante reconheceu sob juramento que suas acusações sobre apresentações supostamente falsas não procediam, com seu próprio especialista confirmando que os shows foram executados ao vivo.
A equipe jurídica da banda destacou que o objetivo do processo sempre foi “proteger a integridade e o legado de uma das maiores bandas da história do rock”. Com o desfecho favorável, o Mötley Crüe afirma estar totalmente respaldado e absolvido em todas as frentes da disputa.