menu x
menu x
menu x

NOTÍCIAS

Jim Root revela processo criativo do novo álbum do Slipknot e destaca influência de Eloy Casagrande!

O Slipknot segue trabalhando em seu próximo álbum de estúdio e já conta com a participação de um produtor durante o processo de composição. A informação foi revelada pelo guitarrista Jim Root em entrevista ao podcast Ride Bynd, na qual detalhou como a banda vem desenvolvendo o novo material e explicou que o grupo adotou um método de criação diferente dos trabalhos mais recentes.

O produtor escolhido para acompanhar as gravações é Matt Wallace, conhecido por sua longa parceria com o Faith No More e por trabalhos realizados com artistas como Maroon 5 e Deftones. Segundo Root, a presença de Wallace tem contribuído para uma dinâmica de composição mais espontânea e colaborativa.

Ao comentar a sonoridade do novo trabalho, o guitarrista afirmou que o álbum manterá a identidade característica do Slipknot, ao mesmo tempo em que incorporará a energia trazida pelo baterista brasileiro Eloy Casagrande, integrante da banda desde a saída de Jay Weinberg.

“É o Slipknot, então vamos ter aquela sonoridade característica. Ao mesmo tempo, ter o Eloy (Casagrande, baterista) na banda… Cara, é uma honra enorme poder tocar com ele. Posso sentar no computador, colocar uns loops, começar a compor riffs e ir sobrepondo camadas; isso é ótimo. Posso passar o material para a banda, Corey (Taylor, vocalista) coloca a letra e tudo mais. Mas a maneira como estamos trabalhando agora é parecida com a abordagem do início, aquela vibe de banda de garagem. Agora, vamos para uma igreja, montamos a bateria do Eloy, eu monto meu equipamento de guitarra e ficamos apenas improvisando por umas duas horas. Depois analisamos.”

Jim Root explicou que boa parte do processo criativo acontece durante longas sessões de improvisação, nas quais os músicos desenvolvem ideias sem uma estrutura previamente definida. Durante essas gravações, o percussionista e membro fundador Michael Shawn “Clown” Crahan acompanha atentamente cada momento da criação e identifica os trechos que poderão compor as futuras músicas.

“Enquanto tocamos, o Clown (Michael Shawn Crahan, percussionista) fica na sala com fones de ouvido, podendo improvisar com a gente ou apenas ouvir o que estamos fazendo. Ele levanta o braço ou acende uma luz, sinalizando para o nosso produtor: ‘Essa é uma parte’. Em sua cabeça ele pensa: ‘Isso é um refrão. Isso é uma introdução. Isso é uma linha de verso. Isso é uma ponte’, ou qualquer que seja a parte. Aí ele olha para nós e diz: ‘Continuem com isso’. Ou então: ‘Isso foi legal. Sigam em frente. Levem para outro caminho’. Então, o que temos feito é realizar essas sessões de improviso e depois fazer uma pausa. O Clown entra, eu me sento com ele e com o Matt – nosso produtor -, e ele começa a estruturar a música a partir de tudo aquilo, a partir de improvisos que surgiram espontaneamente. É algo tão orgânico, tão honesto e tão aberto a interpretações.”

Embora tenha compartilhado detalhes sobre a forma como as músicas estão sendo construídas, Root preferiu não definir exatamente qual será a direção musical do próximo disco. O guitarrista revelou, entretanto, que as novas composições exploram diferentes estilos dentro da identidade do Slipknot, reunindo passagens extremamente pesadas e outras marcadas por momentos mais atmosféricos.

“Não saberia dizer qual será a direção deste próximo disco. Sei que estou compondo alguns riffs com a técnica de ‘grind-picking’ mais velozes, além de outros que são extremamente melódicos, pesados ​​e com aquela sonoridade ‘doom’. Há muitos interlúdios com som limpo – coisas realmente lindas, belíssimas mesmo – e elementos do tipo surgindo nessas músicas. Muita coisa meio experimental… não queria citar o Pink Floyd, mas talvez seja algo nessa linha.”

As declarações de Jim Root indicam que o novo álbum buscará equilibrar a agressividade característica do Slipknot com uma abordagem mais livre durante a composição, resgatando o espírito colaborativo dos primeiros anos da banda e explorando novas possibilidades sonoras.

O trabalho sucederá “The End, So Far”, lançado em 2022, último álbum gravado com o baterista Jay Weinberg antes de sua saída do grupo. Desde então, Eloy Casagrande assumiu definitivamente as baquetas do Slipknot e participa pela primeira vez do processo completo de criação de um disco da banda. No momento, o grupo não possui novas apresentações ao vivo anunciadas, concentrando seus esforços na produção do próximo lançamento de estúdio.

NOTÍCIAS

Jim Root revela processo criativo do novo álbum do Slipknot e destaca influência de Eloy Casagrande!

O Slipknot segue trabalhando em seu próximo álbum de estúdio e já conta com a participação de um produtor durante o processo de composição. A informação foi revelada pelo guitarrista Jim Root em entrevista ao podcast Ride Bynd, na qual detalhou como a banda vem desenvolvendo o novo material e explicou que o grupo adotou um método de criação diferente dos trabalhos mais recentes.

O produtor escolhido para acompanhar as gravações é Matt Wallace, conhecido por sua longa parceria com o Faith No More e por trabalhos realizados com artistas como Maroon 5 e Deftones. Segundo Root, a presença de Wallace tem contribuído para uma dinâmica de composição mais espontânea e colaborativa.

Ao comentar a sonoridade do novo trabalho, o guitarrista afirmou que o álbum manterá a identidade característica do Slipknot, ao mesmo tempo em que incorporará a energia trazida pelo baterista brasileiro Eloy Casagrande, integrante da banda desde a saída de Jay Weinberg.

“É o Slipknot, então vamos ter aquela sonoridade característica. Ao mesmo tempo, ter o Eloy (Casagrande, baterista) na banda… Cara, é uma honra enorme poder tocar com ele. Posso sentar no computador, colocar uns loops, começar a compor riffs e ir sobrepondo camadas; isso é ótimo. Posso passar o material para a banda, Corey (Taylor, vocalista) coloca a letra e tudo mais. Mas a maneira como estamos trabalhando agora é parecida com a abordagem do início, aquela vibe de banda de garagem. Agora, vamos para uma igreja, montamos a bateria do Eloy, eu monto meu equipamento de guitarra e ficamos apenas improvisando por umas duas horas. Depois analisamos.”

Jim Root explicou que boa parte do processo criativo acontece durante longas sessões de improvisação, nas quais os músicos desenvolvem ideias sem uma estrutura previamente definida. Durante essas gravações, o percussionista e membro fundador Michael Shawn “Clown” Crahan acompanha atentamente cada momento da criação e identifica os trechos que poderão compor as futuras músicas.

“Enquanto tocamos, o Clown (Michael Shawn Crahan, percussionista) fica na sala com fones de ouvido, podendo improvisar com a gente ou apenas ouvir o que estamos fazendo. Ele levanta o braço ou acende uma luz, sinalizando para o nosso produtor: ‘Essa é uma parte’. Em sua cabeça ele pensa: ‘Isso é um refrão. Isso é uma introdução. Isso é uma linha de verso. Isso é uma ponte’, ou qualquer que seja a parte. Aí ele olha para nós e diz: ‘Continuem com isso’. Ou então: ‘Isso foi legal. Sigam em frente. Levem para outro caminho’. Então, o que temos feito é realizar essas sessões de improviso e depois fazer uma pausa. O Clown entra, eu me sento com ele e com o Matt – nosso produtor -, e ele começa a estruturar a música a partir de tudo aquilo, a partir de improvisos que surgiram espontaneamente. É algo tão orgânico, tão honesto e tão aberto a interpretações.”

Embora tenha compartilhado detalhes sobre a forma como as músicas estão sendo construídas, Root preferiu não definir exatamente qual será a direção musical do próximo disco. O guitarrista revelou, entretanto, que as novas composições exploram diferentes estilos dentro da identidade do Slipknot, reunindo passagens extremamente pesadas e outras marcadas por momentos mais atmosféricos.

“Não saberia dizer qual será a direção deste próximo disco. Sei que estou compondo alguns riffs com a técnica de ‘grind-picking’ mais velozes, além de outros que são extremamente melódicos, pesados ​​e com aquela sonoridade ‘doom’. Há muitos interlúdios com som limpo – coisas realmente lindas, belíssimas mesmo – e elementos do tipo surgindo nessas músicas. Muita coisa meio experimental… não queria citar o Pink Floyd, mas talvez seja algo nessa linha.”

As declarações de Jim Root indicam que o novo álbum buscará equilibrar a agressividade característica do Slipknot com uma abordagem mais livre durante a composição, resgatando o espírito colaborativo dos primeiros anos da banda e explorando novas possibilidades sonoras.

O trabalho sucederá “The End, So Far”, lançado em 2022, último álbum gravado com o baterista Jay Weinberg antes de sua saída do grupo. Desde então, Eloy Casagrande assumiu definitivamente as baquetas do Slipknot e participa pela primeira vez do processo completo de criação de um disco da banda. No momento, o grupo não possui novas apresentações ao vivo anunciadas, concentrando seus esforços na produção do próximo lançamento de estúdio.

No AR!!