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O Slipknot está trabalhando em seu próximo álbum de estúdio, e Jim Root deixou claro que os fãs não devem esperar uma tentativa de reproduzir o som dos primeiros trabalhos da banda. Em interação com seguidores nas redes sociais na última segunda-feira (28), o guitarrista afirmou que o grupo está buscando caminhos diferentes para o novo material.
Segundo Root, a preocupação neste momento é justamente evitar uma repetição do passado: “Estamos prestes a ficar bem ocupados. Uma coisa muito importante para nós, neste momento, é não nos repetirmos. Isso vai magoar algumas pessoas. Estamos realmente experimentando abordagens diferentes. Não esperem um novo álbum de estreia ou ‘Iowa’. Já estivemos lá.”

Apesar disso, o músico reconhece que o processo de gravação trouxe uma atmosfera semelhante àquela dos primeiros anos do Slipknot. A presença de Ross Robinson, produtor responsável pelos dois primeiros álbuns da banda, contribui para essa sensação.
Root, porém, fez questão de diferenciar a atmosfera das gravações da sonoridade que o público encontrará no disco: “A atmosfera me parece honesta e verdadeira. É algo inquietante e me lembra as gravações do início da carreira. Não estou dizendo que isso vá se refletir necessariamente no tipo de música que estamos criando ou na sonoridade e produção. Os primeiros discos tinham essa vibe. É impossível não perceber isso com o Ross.”
Outro aspecto destacado pelo guitarrista foi a maneira como o material está sendo registrado. Depois de considerar que alguns trabalhos recentes do Slipknot foram “superproduzidos”, Root indicou que a banda adotou uma abordagem mais orgânica desta vez.

O novo álbum está sendo gravado de maneira essencialmente ao vivo, com os integrantes tocando juntos no estúdio e utilizando equipamentos analógicos: “Não necessariamente aquele com a ‘melhor’ sonoridade. Mas o que soa mais empolgante… mais vivo, etc. Gravamos ao vivo, com a banda tocando junta no estúdio, com o Eloy [Casagrande, baterista]. Não fazíamos isso há muito tempo, por vários motivos. Tudo é analógico e tocado de verdade. Todos os elementos necessários estão lá.”
A declaração também representa um momento importante para Eloy Casagrande, que fará sua estreia em um álbum de estúdio completo do Slipknot. O brasileiro entrou oficialmente na banda em 2024 e já havia participado da composição e gravação do single “Arsenal”, lançado recentemente.
Ainda não existe uma data definida para o lançamento do novo álbum.

Enquanto trabalha no sucessor de “The End, So Far” (2022), o Slipknot também se prepara para uma nova fase ao vivo. A banda realizará uma turnê mundial de estádios em 2027, incluindo uma apresentação no Brasil como uma das atrações do The Town, em São Paulo.
Assim, embora a estética das novas gravações possa remeter à fase mais visceral do início da carreira, Jim Root parece deixar uma mensagem clara: o Slipknot não pretende fazer um novo “Iowa” — e justamente por isso o próximo disco pode representar uma das mudanças mais interessantes na trajetória recente da banda.
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O Slipknot está trabalhando em seu próximo álbum de estúdio, e Jim Root deixou claro que os fãs não devem esperar uma tentativa de reproduzir o som dos primeiros trabalhos da banda. Em interação com seguidores nas redes sociais na última segunda-feira (28), o guitarrista afirmou que o grupo está buscando caminhos diferentes para o novo material.
Segundo Root, a preocupação neste momento é justamente evitar uma repetição do passado: “Estamos prestes a ficar bem ocupados. Uma coisa muito importante para nós, neste momento, é não nos repetirmos. Isso vai magoar algumas pessoas. Estamos realmente experimentando abordagens diferentes. Não esperem um novo álbum de estreia ou ‘Iowa’. Já estivemos lá.”

Apesar disso, o músico reconhece que o processo de gravação trouxe uma atmosfera semelhante àquela dos primeiros anos do Slipknot. A presença de Ross Robinson, produtor responsável pelos dois primeiros álbuns da banda, contribui para essa sensação.
Root, porém, fez questão de diferenciar a atmosfera das gravações da sonoridade que o público encontrará no disco: “A atmosfera me parece honesta e verdadeira. É algo inquietante e me lembra as gravações do início da carreira. Não estou dizendo que isso vá se refletir necessariamente no tipo de música que estamos criando ou na sonoridade e produção. Os primeiros discos tinham essa vibe. É impossível não perceber isso com o Ross.”
Outro aspecto destacado pelo guitarrista foi a maneira como o material está sendo registrado. Depois de considerar que alguns trabalhos recentes do Slipknot foram “superproduzidos”, Root indicou que a banda adotou uma abordagem mais orgânica desta vez.

O novo álbum está sendo gravado de maneira essencialmente ao vivo, com os integrantes tocando juntos no estúdio e utilizando equipamentos analógicos: “Não necessariamente aquele com a ‘melhor’ sonoridade. Mas o que soa mais empolgante… mais vivo, etc. Gravamos ao vivo, com a banda tocando junta no estúdio, com o Eloy [Casagrande, baterista]. Não fazíamos isso há muito tempo, por vários motivos. Tudo é analógico e tocado de verdade. Todos os elementos necessários estão lá.”
A declaração também representa um momento importante para Eloy Casagrande, que fará sua estreia em um álbum de estúdio completo do Slipknot. O brasileiro entrou oficialmente na banda em 2024 e já havia participado da composição e gravação do single “Arsenal”, lançado recentemente.
Ainda não existe uma data definida para o lançamento do novo álbum.

Enquanto trabalha no sucessor de “The End, So Far” (2022), o Slipknot também se prepara para uma nova fase ao vivo. A banda realizará uma turnê mundial de estádios em 2027, incluindo uma apresentação no Brasil como uma das atrações do The Town, em São Paulo.
Assim, embora a estética das novas gravações possa remeter à fase mais visceral do início da carreira, Jim Root parece deixar uma mensagem clara: o Slipknot não pretende fazer um novo “Iowa” — e justamente por isso o próximo disco pode representar uma das mudanças mais interessantes na trajetória recente da banda.