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A banda Beyond the Grip apresenta Desobriety, seu segundo álbum de estúdio, uma obra que percorre diferentes fases da vida a partir de temas como nostalgia, desilusão, amadurecimento e a vontade de seguir em frente mesmo diante das dificuldades. O disco aborda a relação entre envelhecer e preservar aspectos da juventude que continuam presentes na identidade de cada pessoa, como as amizades, as feridas emocionais, os desejos e a ligação com a música. A divulgação descreve personagens que reconhecem versões mais jovens de si mesmos em outras pessoas, vozes inquietas que resistem às limitações e indivíduos que buscam formas de escapar da rotina. Essas histórias compõem um retrato de experiências acumuladas ao longo dos anos, em que a passagem do tempo convive com impulsos e inquietações que permanecem vivos.

Com 11 faixas, Desobriety combina referências de Country, Grunge, Punk, Pub Rock, Metal, Blues e Psicodelia, reunidas em uma sonoridade conduzida por vocais ásperos, riffs de guitarra encorpados, linhas de baixo persistentes e bateria de forte presença. Essa mistura aproxima diferentes tradições do rock e privilegia a interação entre os instrumentos, com uma abordagem voltada à energia da execução e à força das composições. A variedade de influências acompanha a diversidade dos temas apresentados no álbum, que alternam lembranças, frustrações e a busca por liberdade, mantendo como fio condutor a necessidade de continuar apesar das incertezas. O resultado proposto pelo Beyond the Grip parte de elementos tradicionais do rock para construir um repertório ligado às experiências pessoais de seus integrantes.
A trajetória do Beyond the Grip é apresentada como uma dedicação de muitos anos ao rock and roll, e Desobriety reflete essa experiência ao reunir desgaste, dúvidas e determinação em um mesmo trabalho. O título sugere uma reflexão sobre os limites entre escapismo e lucidez, em sintonia com as narrativas descritas pela banda, que incluem desde a promessa temporária de alívio até a decisão de abandonar caminhos conhecidos em busca de liberdade. Ao longo das 11 músicas, a formação explora a permanência de sentimentos e hábitos que resistem às mudanças da vida, enquanto mantém a guitarra, o baixo, a bateria e a interpretação vocal como elementos centrais de sua identidade. O álbum se apresenta, assim, como um registro da relação duradoura do grupo com o rock e com as experiências que alimentam suas composições.
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A banda Beyond the Grip apresenta Desobriety, seu segundo álbum de estúdio, uma obra que percorre diferentes fases da vida a partir de temas como nostalgia, desilusão, amadurecimento e a vontade de seguir em frente mesmo diante das dificuldades. O disco aborda a relação entre envelhecer e preservar aspectos da juventude que continuam presentes na identidade de cada pessoa, como as amizades, as feridas emocionais, os desejos e a ligação com a música. A divulgação descreve personagens que reconhecem versões mais jovens de si mesmos em outras pessoas, vozes inquietas que resistem às limitações e indivíduos que buscam formas de escapar da rotina. Essas histórias compõem um retrato de experiências acumuladas ao longo dos anos, em que a passagem do tempo convive com impulsos e inquietações que permanecem vivos.

Com 11 faixas, Desobriety combina referências de Country, Grunge, Punk, Pub Rock, Metal, Blues e Psicodelia, reunidas em uma sonoridade conduzida por vocais ásperos, riffs de guitarra encorpados, linhas de baixo persistentes e bateria de forte presença. Essa mistura aproxima diferentes tradições do rock e privilegia a interação entre os instrumentos, com uma abordagem voltada à energia da execução e à força das composições. A variedade de influências acompanha a diversidade dos temas apresentados no álbum, que alternam lembranças, frustrações e a busca por liberdade, mantendo como fio condutor a necessidade de continuar apesar das incertezas. O resultado proposto pelo Beyond the Grip parte de elementos tradicionais do rock para construir um repertório ligado às experiências pessoais de seus integrantes.
A trajetória do Beyond the Grip é apresentada como uma dedicação de muitos anos ao rock and roll, e Desobriety reflete essa experiência ao reunir desgaste, dúvidas e determinação em um mesmo trabalho. O título sugere uma reflexão sobre os limites entre escapismo e lucidez, em sintonia com as narrativas descritas pela banda, que incluem desde a promessa temporária de alívio até a decisão de abandonar caminhos conhecidos em busca de liberdade. Ao longo das 11 músicas, a formação explora a permanência de sentimentos e hábitos que resistem às mudanças da vida, enquanto mantém a guitarra, o baixo, a bateria e a interpretação vocal como elementos centrais de sua identidade. O álbum se apresenta, assim, como um registro da relação duradoura do grupo com o rock e com as experiências que alimentam suas composições.