NOTÍCIAS
O AC/DC voltou a marcar a história na noite de quarta-feira, 12 de novembro, ao dar início à turnê “Power Up” na Austrália, no Melbourne Cricket Ground — e o impacto foi sentido de verdade. Conforme divulgado pela Billboard, as vibrações geradas pelo espetáculo foram tão intensas que acabaram registradas por equipamentos de monitoramento sísmico distribuídos pela região.
De acordo com Adam Pascale, cientista-chefe do Centro de Pesquisa Sismológica, os sensores localizados em Richmond, aproximadamente 3 km do estádio, identificaram frequências entre 2 e 5 hertz durante a apresentação. Ele explicou à ABC: “As ondas que o público estava sentindo no corpo são o equivalente ao que nossos sismógrafos detectam”. Moradores em um raio de até 10 km relataram ter ouvido claramente o show ecoando pela cidade.
Pascale também destacou que os aparelhos medem o deslocamento do solo, e não o som no ar. Segundo ele, além da potência dos sistemas de som reverberando pelo chão, o público saltando em uníssono contribuiu para gerar as ondas que se espalharam por Melbourne. Em outras palavras: AC/DC sendo AC/DC, provocando tremores como de costume.
E o melhor ainda está por vir: no próximo ano, será a vez do Brasil sentir essa energia avassaladora. A banda se apresentará no Estádio do MorumBis, em São Paulo, com três shows marcados para os dias 24 e 28 de fevereiro e 4 de março de 2026. Prepare-se — o rock’n’roll está pronto para sacudir o país.
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O AC/DC voltou a marcar a história na noite de quarta-feira, 12 de novembro, ao dar início à turnê “Power Up” na Austrália, no Melbourne Cricket Ground — e o impacto foi sentido de verdade. Conforme divulgado pela Billboard, as vibrações geradas pelo espetáculo foram tão intensas que acabaram registradas por equipamentos de monitoramento sísmico distribuídos pela região.
De acordo com Adam Pascale, cientista-chefe do Centro de Pesquisa Sismológica, os sensores localizados em Richmond, aproximadamente 3 km do estádio, identificaram frequências entre 2 e 5 hertz durante a apresentação. Ele explicou à ABC: “As ondas que o público estava sentindo no corpo são o equivalente ao que nossos sismógrafos detectam”. Moradores em um raio de até 10 km relataram ter ouvido claramente o show ecoando pela cidade.
Pascale também destacou que os aparelhos medem o deslocamento do solo, e não o som no ar. Segundo ele, além da potência dos sistemas de som reverberando pelo chão, o público saltando em uníssono contribuiu para gerar as ondas que se espalharam por Melbourne. Em outras palavras: AC/DC sendo AC/DC, provocando tremores como de costume.
E o melhor ainda está por vir: no próximo ano, será a vez do Brasil sentir essa energia avassaladora. A banda se apresentará no Estádio do MorumBis, em São Paulo, com três shows marcados para os dias 24 e 28 de fevereiro e 4 de março de 2026. Prepare-se — o rock’n’roll está pronto para sacudir o país.