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A banda No-mad apresenta seu primeiro álbum de estúdio, autointitulado No-mad, trabalho de aproximadamente 40 minutos que percorre diferentes vertentes do metal para construir uma narrativa centrada em conflitos internos e na busca por identidade. O disco combina Progressive Metal com elementos de Alternative Metal, Nu Metal e Death Metal, explorando contrastes entre passagens suaves e momentos de maior peso, harmonias amplas, dissonâncias e grooves de maior impacto. A proposta lírica acompanha temas como relacionamentos baseados em falsas expectativas, demônios interiores, paranoia, momentos de otimismo e o processo de compreender o próprio lugar no mundo, transformando a experiência do álbum em uma jornada voltada à introspecção.

As referências utilizadas pelo grupo incluem Dream Theater, In Flames, Opeth, Tremonti e Tool, nomes que ajudam a contextualizar a combinação entre construção progressiva, peso, atmosferas contrastantes e abordagens alternativas presentes no disco. A banda trabalha essas influências dentro de uma linguagem própria, alternando momentos de maior delicadeza com trechos agressivos e mudanças de textura que acompanham o conteúdo pessoal das composições. Na formação creditada no álbum, Ofir Arnon assume os vocais, Noam Mantin toca bateria, Dor Shaki e Ofer Tamir ficam responsáveis pelas guitarras, enquanto Omer Yelin participa do baixo nas gravações, ocupando a função anteriormente desempenhada por Koren Taboh.
A produção do álbum ficou sob responsabilidade da própria estrutura da No-mad, com Ofer Tamir creditado como produtor e responsável pela gestão do projeto, além da assistência de produção de Assaf Kassimov, do Studio 272, que também realizou a mixagem. A masterização foi conduzida por Jens Bogren, no Fascination Street Studios, enquanto a arte da capa foi desenvolvida por Anat Fadida e Ofer Tamir. Com o lançamento do primeiro trabalho completo, a No-mad reúne em um único registro as diferentes referências que orientaram sua formação musical e apresenta uma identidade baseada na alternância entre peso, groove, dissonância e passagens melódicas, colocando no centro da obra uma narrativa sobre conflitos pessoais e a procura por uma compreensão mais profunda de si mesmo.
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A banda No-mad apresenta seu primeiro álbum de estúdio, autointitulado No-mad, trabalho de aproximadamente 40 minutos que percorre diferentes vertentes do metal para construir uma narrativa centrada em conflitos internos e na busca por identidade. O disco combina Progressive Metal com elementos de Alternative Metal, Nu Metal e Death Metal, explorando contrastes entre passagens suaves e momentos de maior peso, harmonias amplas, dissonâncias e grooves de maior impacto. A proposta lírica acompanha temas como relacionamentos baseados em falsas expectativas, demônios interiores, paranoia, momentos de otimismo e o processo de compreender o próprio lugar no mundo, transformando a experiência do álbum em uma jornada voltada à introspecção.

As referências utilizadas pelo grupo incluem Dream Theater, In Flames, Opeth, Tremonti e Tool, nomes que ajudam a contextualizar a combinação entre construção progressiva, peso, atmosferas contrastantes e abordagens alternativas presentes no disco. A banda trabalha essas influências dentro de uma linguagem própria, alternando momentos de maior delicadeza com trechos agressivos e mudanças de textura que acompanham o conteúdo pessoal das composições. Na formação creditada no álbum, Ofir Arnon assume os vocais, Noam Mantin toca bateria, Dor Shaki e Ofer Tamir ficam responsáveis pelas guitarras, enquanto Omer Yelin participa do baixo nas gravações, ocupando a função anteriormente desempenhada por Koren Taboh.
A produção do álbum ficou sob responsabilidade da própria estrutura da No-mad, com Ofer Tamir creditado como produtor e responsável pela gestão do projeto, além da assistência de produção de Assaf Kassimov, do Studio 272, que também realizou a mixagem. A masterização foi conduzida por Jens Bogren, no Fascination Street Studios, enquanto a arte da capa foi desenvolvida por Anat Fadida e Ofer Tamir. Com o lançamento do primeiro trabalho completo, a No-mad reúne em um único registro as diferentes referências que orientaram sua formação musical e apresenta uma identidade baseada na alternância entre peso, groove, dissonância e passagens melódicas, colocando no centro da obra uma narrativa sobre conflitos pessoais e a procura por uma compreensão mais profunda de si mesmo.