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A banda capixaba Limbo7 lançou oficialmente “Relíquias do Ódio”, novo álbum que aprofunda a combinação entre Funk, Rock e Heavy Metal presente na trajetória do grupo e estabelece uma aproximação mais definida com o Metal Mandrake. O movimento reúne artistas interessados em cruzar a música pesada com Funk, Hardcore, Rap e outras manifestações da música brasileira, desenvolvendo uma linguagem que parte de diferentes referências culturais para construir uma sonoridade urbana e contemporânea. Entre os destaques do disco está “Chora Agora Ri Depois”, faixa que conta com a participação da MC Taya, nome de projeção dentro dessa cena, além da presença de outros artistas que integram ou estabelecem diálogo com esse circuito em expansão.

Em “Relíquias do Ódio”, a Limbo7 transforma em elemento central uma estética que já vinha sendo construída em trabalhos anteriores, mas que agora ocupa um espaço mais definido dentro da identidade musical da banda. O álbum percorre diferentes estados e contrastes, articulando melancolia, agressividade, deboche e incômodo em uma proposta que preserva o caráter experimental do grupo. Essa combinação permite que as guitarras e os elementos associados ao Metal convivam com referências do Funk e de outras vertentes da música urbana brasileira, criando uma estrutura em que diferentes linguagens são incorporadas à composição de maneira integrada. O resultado acompanha a trajetória de uma banda que utiliza o cruzamento de gêneros como parte fundamental de sua expressão artística.
A aproximação com o Metal Mandrake também amplia a dimensão coletiva dessa nova fase da Limbo7. O conceito passou a reunir, nos últimos anos, artistas de diferentes regiões do Brasil interessados em aproximar a música pesada de manifestações como Funk e Rap, entre outras referências presentes na cultura brasileira contemporânea. Para a banda capixaba, essa identificação representa a convergência com uma busca artística que já vinha sendo desenvolvida ao longo de sua trajetória e que agora encontra uma denominação compartilhada por outros músicos. Nesse contexto, nomes como MC Taya, Isotopxs e Chainsaw Kid aparecem ligados a uma rede de artistas que compartilham referências e experiências, contribuindo para ampliar as possibilidades de diálogo entre a música pesada e diferentes expressões da produção musical brasileira.
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A banda capixaba Limbo7 lançou oficialmente “Relíquias do Ódio”, novo álbum que aprofunda a combinação entre Funk, Rock e Heavy Metal presente na trajetória do grupo e estabelece uma aproximação mais definida com o Metal Mandrake. O movimento reúne artistas interessados em cruzar a música pesada com Funk, Hardcore, Rap e outras manifestações da música brasileira, desenvolvendo uma linguagem que parte de diferentes referências culturais para construir uma sonoridade urbana e contemporânea. Entre os destaques do disco está “Chora Agora Ri Depois”, faixa que conta com a participação da MC Taya, nome de projeção dentro dessa cena, além da presença de outros artistas que integram ou estabelecem diálogo com esse circuito em expansão.

Em “Relíquias do Ódio”, a Limbo7 transforma em elemento central uma estética que já vinha sendo construída em trabalhos anteriores, mas que agora ocupa um espaço mais definido dentro da identidade musical da banda. O álbum percorre diferentes estados e contrastes, articulando melancolia, agressividade, deboche e incômodo em uma proposta que preserva o caráter experimental do grupo. Essa combinação permite que as guitarras e os elementos associados ao Metal convivam com referências do Funk e de outras vertentes da música urbana brasileira, criando uma estrutura em que diferentes linguagens são incorporadas à composição de maneira integrada. O resultado acompanha a trajetória de uma banda que utiliza o cruzamento de gêneros como parte fundamental de sua expressão artística.
A aproximação com o Metal Mandrake também amplia a dimensão coletiva dessa nova fase da Limbo7. O conceito passou a reunir, nos últimos anos, artistas de diferentes regiões do Brasil interessados em aproximar a música pesada de manifestações como Funk e Rap, entre outras referências presentes na cultura brasileira contemporânea. Para a banda capixaba, essa identificação representa a convergência com uma busca artística que já vinha sendo desenvolvida ao longo de sua trajetória e que agora encontra uma denominação compartilhada por outros músicos. Nesse contexto, nomes como MC Taya, Isotopxs e Chainsaw Kid aparecem ligados a uma rede de artistas que compartilham referências e experiências, contribuindo para ampliar as possibilidades de diálogo entre a música pesada e diferentes expressões da produção musical brasileira.