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A organização do Wacken Open Air, um dos maiores festivais de heavy metal do mundo, divulgou um comunicado oficial após receber denúncias de frequentadores que afirmaram ter sido impedidos de entrar no evento por usarem patches, camisetas e bandeiras com mensagens antifascistas ou símbolos de diversidade, como a bandeira do orgulho LGBTQIA+.
Segundo o festival, essas ações “não refletem, de forma alguma, nossas intenções”, reforçando que o Wacken é um espaço pautado pela tolerância e pela inclusão: “O Wacken Open Air defende o cosmopolitismo e a tolerância. Somos um espaço onde a comunidade do metal se reúne pacificamente e apoiamos a liberdade de expressão. Opomo-nos firmemente ao extremismo de direita.”
Após a repercussão, a organização anunciou uma série de medidas para evitar que episódios semelhantes se repitam. Entre elas estão o reforço dos protocolos internos, treinamentos de conscientização para a equipe de segurança, a presença da Awareness Team nos pontos de entrada e a investigação individual de todas as denúncias recebidas.
A controvérsia ganhou força depois que uma participante relatou no Reddit que foi obrigada pela segurança a retirar um patch considerado “político” e ainda foi questionada por usar um emblema com as cores da bandeira LGBTQIA+. Segundo ela, também ocorreram insultos homofóbicos na área de camping, além da presença de símbolos ligados à extrema-direita que, segundo seu relato, não receberam o mesmo tratamento por parte da segurança.
Para evitar a disseminação de discursos de ódio, o festival optou por desativar os comentários na publicação oficial e pediu que qualquer pessoa que tenha passado por situação semelhante envie um relato diretamente à organização para apuração: “Levamos essa questão a sério desde o início e implementamos medidas para evitar que isso volte a acontecer. Também estamos investigando cada relato específico que recebemos.”

O episódio acontece em meio ao aumento do debate na Alemanha sobre casos de extremismo e discriminação em eventos públicos. Diante da repercussão, o Wacken reafirmou sua política de tolerância zero contra o extremismo de extrema-direita e garantiu que seguirá trabalhando para manter o festival como um ambiente seguro e acolhedor para toda a comunidade do metal.
Enquanto isso, a organização segue com os preparativos para a edição de 2027, que acontecerá entre 28 e 31 de julho, no tradicional vilarejo de Wacken, na Alemanha, e já teve as primeiras 50 atrações anunciadas.
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A organização do Wacken Open Air, um dos maiores festivais de heavy metal do mundo, divulgou um comunicado oficial após receber denúncias de frequentadores que afirmaram ter sido impedidos de entrar no evento por usarem patches, camisetas e bandeiras com mensagens antifascistas ou símbolos de diversidade, como a bandeira do orgulho LGBTQIA+.
Segundo o festival, essas ações “não refletem, de forma alguma, nossas intenções”, reforçando que o Wacken é um espaço pautado pela tolerância e pela inclusão: “O Wacken Open Air defende o cosmopolitismo e a tolerância. Somos um espaço onde a comunidade do metal se reúne pacificamente e apoiamos a liberdade de expressão. Opomo-nos firmemente ao extremismo de direita.”
Após a repercussão, a organização anunciou uma série de medidas para evitar que episódios semelhantes se repitam. Entre elas estão o reforço dos protocolos internos, treinamentos de conscientização para a equipe de segurança, a presença da Awareness Team nos pontos de entrada e a investigação individual de todas as denúncias recebidas.
A controvérsia ganhou força depois que uma participante relatou no Reddit que foi obrigada pela segurança a retirar um patch considerado “político” e ainda foi questionada por usar um emblema com as cores da bandeira LGBTQIA+. Segundo ela, também ocorreram insultos homofóbicos na área de camping, além da presença de símbolos ligados à extrema-direita que, segundo seu relato, não receberam o mesmo tratamento por parte da segurança.
Para evitar a disseminação de discursos de ódio, o festival optou por desativar os comentários na publicação oficial e pediu que qualquer pessoa que tenha passado por situação semelhante envie um relato diretamente à organização para apuração: “Levamos essa questão a sério desde o início e implementamos medidas para evitar que isso volte a acontecer. Também estamos investigando cada relato específico que recebemos.”

O episódio acontece em meio ao aumento do debate na Alemanha sobre casos de extremismo e discriminação em eventos públicos. Diante da repercussão, o Wacken reafirmou sua política de tolerância zero contra o extremismo de extrema-direita e garantiu que seguirá trabalhando para manter o festival como um ambiente seguro e acolhedor para toda a comunidade do metal.
Enquanto isso, a organização segue com os preparativos para a edição de 2027, que acontecerá entre 28 e 31 de julho, no tradicional vilarejo de Wacken, na Alemanha, e já teve as primeiras 50 atrações anunciadas.