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A trajetória dos Beatles ganhará uma ambiciosa adaptação cinematográfica composta por quatro filmes interligados. O projeto, anunciado em fevereiro de 2024, prevê um longa-metragem dedicado a cada integrante do lendário Fab Four, permitindo que o público acompanhe a história da banda por meio das experiências e perspectivas individuais de seus membros.
A direção da produção está nas mãos de Sam Mendes, vencedor do Oscar por “Beleza Americana” (1999), enquanto o desenvolvimento dos roteiros ficou a cargo de Peter Straughan (“Conclave”), Jez Butterworth (“Ford vs Ferrari”) e Jack Thorne (“Adolescência”). Embora as primeiras previsões apontassem para uma estreia em 2027, a dimensão do projeto fez com que o cronograma fosse ajustado, e a expectativa atual é de que os filmes cheguem aos cinemas somente em 2028.

As filmagens tiveram início em novembro do ano passado e já revelaram os primeiros vislumbres dos protagonistas caracterizados. O elenco principal conta com Harris Dickinson no papel de John Lennon, Paul Mescal interpretando Paul McCartney, Joseph Quinn vivendo George Harrison e Barry Keoghan assumindo o papel de Ringo Starr. As primeiras imagens divulgadas mostraram os atores caracterizados como os integrantes da histórica banda britânica.
Com a produção em andamento, alguns detalhes sobre a abordagem narrativa começaram a surgir. Adam Pally, responsável por interpretar o empresário Allen Klein, afirmou que cada filme possui identidade própria e reflete diretamente a personalidade do integrante retratado. Em entrevista ao The Direct, repercutida pela Far Out Magazine, o ator declarou:
“Diria que os filmes são totalmente diferentes. A forma como cada integrante dos Beatles era individualmente é totalmente diferente e os filmes refletem, de certa maneira, a personalidade de cada um deles. Todos os filmes funcionam muito bem juntos, mas também são perfeitos individualmente dessa forma, sabe?”

A proposta também foi comentada por Sam Mendes em texto publicado no The Times no ano passado. O cineasta comparou a tetralogia ao trabalho realizado em “1917”, produção ambientada durante a Primeira Guerra Mundial. Segundo ele, ambos os projetos compartilham o objetivo de revisitar acontecimentos históricos a partir de novas perspectivas. Em suas palavras, reproduzidas pela Independent:
“Como cineasta, estamos sempre buscando novas formas de olhar para o passado. De apresentar acontecimentos históricos sob perspectivas novas e diferentes. Meu filme ‘1917’ foi uma tentativa de fazer isso. Os filmes dos Beatles que estamos fazendo agora também se encaixam nessa proposta. E, mais uma vez, senti que o mesmo portal para o passado havia sido aberto.”
Outro aspecto importante do projeto envolve a participação direta das pessoas mais próximas à história dos Beatles. Conforme informou a Variety, Paul McCartney, Ringo Starr e as famílias dos falecidos John Lennon e George Harrison ofereceram total apoio à iniciativa, incluindo a autorização para o uso do catálogo musical do grupo nos longas-metragens.

Ringo Starr também colaborou ativamente com a construção do roteiro dedicado à sua trajetória. Em reportagem publicada pelo New York Times em julho do ano passado, foi revelado que “Starr e Mendes passaram dois dias juntos analisando o roteiro do filme centrado no baterista, cena por cena, enquanto o músico oferecia diversas observações para tornar sua representação mais fiel às suas experiências reais, especialmente nas sequências envolvendo sua família e sua primeira esposa, Maureen Starkey Tigrett”.
Já Paul McCartney participou do processo de preparação de Paul Mescal para interpretar sua versão nas telonas. Em setembro do ano passado, o ator revelou à IndieWire que vinha passando um período ao lado do músico para compreender melhor sua personalidade e sua trajetória. Mais recentemente, no fim de maio, o eterno Beatle compartilhou uma conversa com Mescal em celebração ao lançamento do novo álbum do ator, “The Boys of Dungeon Lane”, demonstrando a proximidade construída durante o desenvolvimento do projeto.
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A trajetória dos Beatles ganhará uma ambiciosa adaptação cinematográfica composta por quatro filmes interligados. O projeto, anunciado em fevereiro de 2024, prevê um longa-metragem dedicado a cada integrante do lendário Fab Four, permitindo que o público acompanhe a história da banda por meio das experiências e perspectivas individuais de seus membros.
A direção da produção está nas mãos de Sam Mendes, vencedor do Oscar por “Beleza Americana” (1999), enquanto o desenvolvimento dos roteiros ficou a cargo de Peter Straughan (“Conclave”), Jez Butterworth (“Ford vs Ferrari”) e Jack Thorne (“Adolescência”). Embora as primeiras previsões apontassem para uma estreia em 2027, a dimensão do projeto fez com que o cronograma fosse ajustado, e a expectativa atual é de que os filmes cheguem aos cinemas somente em 2028.

As filmagens tiveram início em novembro do ano passado e já revelaram os primeiros vislumbres dos protagonistas caracterizados. O elenco principal conta com Harris Dickinson no papel de John Lennon, Paul Mescal interpretando Paul McCartney, Joseph Quinn vivendo George Harrison e Barry Keoghan assumindo o papel de Ringo Starr. As primeiras imagens divulgadas mostraram os atores caracterizados como os integrantes da histórica banda britânica.
Com a produção em andamento, alguns detalhes sobre a abordagem narrativa começaram a surgir. Adam Pally, responsável por interpretar o empresário Allen Klein, afirmou que cada filme possui identidade própria e reflete diretamente a personalidade do integrante retratado. Em entrevista ao The Direct, repercutida pela Far Out Magazine, o ator declarou:
“Diria que os filmes são totalmente diferentes. A forma como cada integrante dos Beatles era individualmente é totalmente diferente e os filmes refletem, de certa maneira, a personalidade de cada um deles. Todos os filmes funcionam muito bem juntos, mas também são perfeitos individualmente dessa forma, sabe?”

A proposta também foi comentada por Sam Mendes em texto publicado no The Times no ano passado. O cineasta comparou a tetralogia ao trabalho realizado em “1917”, produção ambientada durante a Primeira Guerra Mundial. Segundo ele, ambos os projetos compartilham o objetivo de revisitar acontecimentos históricos a partir de novas perspectivas. Em suas palavras, reproduzidas pela Independent:
“Como cineasta, estamos sempre buscando novas formas de olhar para o passado. De apresentar acontecimentos históricos sob perspectivas novas e diferentes. Meu filme ‘1917’ foi uma tentativa de fazer isso. Os filmes dos Beatles que estamos fazendo agora também se encaixam nessa proposta. E, mais uma vez, senti que o mesmo portal para o passado havia sido aberto.”
Outro aspecto importante do projeto envolve a participação direta das pessoas mais próximas à história dos Beatles. Conforme informou a Variety, Paul McCartney, Ringo Starr e as famílias dos falecidos John Lennon e George Harrison ofereceram total apoio à iniciativa, incluindo a autorização para o uso do catálogo musical do grupo nos longas-metragens.

Ringo Starr também colaborou ativamente com a construção do roteiro dedicado à sua trajetória. Em reportagem publicada pelo New York Times em julho do ano passado, foi revelado que “Starr e Mendes passaram dois dias juntos analisando o roteiro do filme centrado no baterista, cena por cena, enquanto o músico oferecia diversas observações para tornar sua representação mais fiel às suas experiências reais, especialmente nas sequências envolvendo sua família e sua primeira esposa, Maureen Starkey Tigrett”.
Já Paul McCartney participou do processo de preparação de Paul Mescal para interpretar sua versão nas telonas. Em setembro do ano passado, o ator revelou à IndieWire que vinha passando um período ao lado do músico para compreender melhor sua personalidade e sua trajetória. Mais recentemente, no fim de maio, o eterno Beatle compartilhou uma conversa com Mescal em celebração ao lançamento do novo álbum do ator, “The Boys of Dungeon Lane”, demonstrando a proximidade construída durante o desenvolvimento do projeto.