NOTÍCIAS
Com o lançamento de “Splat!” marcado para 3 de julho, o Deep Purple já prepara uma nova turnê mundial para divulgar o disco. A excursão começa ainda em junho e seguirá até o fim do ano, incluindo uma apresentação única no Brasil, no dia 5 de dezembro, na Suhai Music Hall.
Apesar da agenda extensa, o baterista Ian Paice admitiu que o grupo pode estar próximo de encerrar suas grandes viagens ao redor do mundo. Em entrevista à Uncut, o músico de 77 anos sugeriu que a atual excursão poderá ser a última grande turnê do Purple, que está em atividade desde 1968.
Segundo a revista, a banda deve passar a priorizar séries menores de apresentações futuramente. Sobre a possibilidade de aposentadoria, Paice comentou:
“Existem outras coisas na minha vida. Mas a ideia de realmente parar não faz sentido para mim.”
Mesmo diante das incertezas, o grupo já pensa em continuar produzindo material inédito. Ainda conforme a Uncut, os músicos discutem a possibilidade de retornar ao estúdio para gravar um novo álbum em 2027.
“Não temos seis, sete, dez anos pela frente, todo mundo sabe disso.”
A discussão sobre aposentadoria vem se tornando cada vez mais frequente dentro do Deep Purple, especialmente em razão da idade dos integrantes. No ano passado, o vocalista Ian Gillan revelou enfrentar problemas de visão e indicou que o encerramento da banda pode acontecer em breve.

“Só tenho 30% da minha visão hoje em dia. Não vai melhorar. Isso torna a vida misteriosa […]. Acho que se perder minha energia, eu vou parar. Não quero ser um motivo de vergonha para ninguém. Não estamos muito longe disso. Esse momento chega do nada – você não nota ele vindo.”
Apesar disso, até 2024, Gillan ainda demonstrava disposição para seguir em atividade. Em entrevista à Ultimate Classic Rock, o cantor explicou:
“Assim que você começa a sentir que não consegue mais entregar certo nível [de performance], você se ajusta, se adapta e faz o melhor que pode. Mas, quando a energia vai embora, aí é hora de parar, porque então a situação fica constrangedora, e ninguém quer isso. Mas, até agora, está tudo certo.”
NOTÍCIAS
Com o lançamento de “Splat!” marcado para 3 de julho, o Deep Purple já prepara uma nova turnê mundial para divulgar o disco. A excursão começa ainda em junho e seguirá até o fim do ano, incluindo uma apresentação única no Brasil, no dia 5 de dezembro, na Suhai Music Hall.
Apesar da agenda extensa, o baterista Ian Paice admitiu que o grupo pode estar próximo de encerrar suas grandes viagens ao redor do mundo. Em entrevista à Uncut, o músico de 77 anos sugeriu que a atual excursão poderá ser a última grande turnê do Purple, que está em atividade desde 1968.
Segundo a revista, a banda deve passar a priorizar séries menores de apresentações futuramente. Sobre a possibilidade de aposentadoria, Paice comentou:
“Existem outras coisas na minha vida. Mas a ideia de realmente parar não faz sentido para mim.”
Mesmo diante das incertezas, o grupo já pensa em continuar produzindo material inédito. Ainda conforme a Uncut, os músicos discutem a possibilidade de retornar ao estúdio para gravar um novo álbum em 2027.
“Não temos seis, sete, dez anos pela frente, todo mundo sabe disso.”
A discussão sobre aposentadoria vem se tornando cada vez mais frequente dentro do Deep Purple, especialmente em razão da idade dos integrantes. No ano passado, o vocalista Ian Gillan revelou enfrentar problemas de visão e indicou que o encerramento da banda pode acontecer em breve.

“Só tenho 30% da minha visão hoje em dia. Não vai melhorar. Isso torna a vida misteriosa […]. Acho que se perder minha energia, eu vou parar. Não quero ser um motivo de vergonha para ninguém. Não estamos muito longe disso. Esse momento chega do nada – você não nota ele vindo.”
Apesar disso, até 2024, Gillan ainda demonstrava disposição para seguir em atividade. Em entrevista à Ultimate Classic Rock, o cantor explicou:
“Assim que você começa a sentir que não consegue mais entregar certo nível [de performance], você se ajusta, se adapta e faz o melhor que pode. Mas, quando a energia vai embora, aí é hora de parar, porque então a situação fica constrangedora, e ninguém quer isso. Mas, até agora, está tudo certo.”