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Uma nova avaliação independente voltou a gerar questionamentos em torno da morte de Kurt Cobain, ocorrida em 5 de abril de 1994, em Seattle. A discussão ganhou novo impulso após a divulgação de um artigo no International Journal of Forensic Science, repercutido nesta terça-feira (10) pelo jornal britânico Daily Mail.
No trabalho, o especialista em ciência forense Brian Burnett reexaminou relatórios de autópsia e registros da cena do falecimento, chegando à conclusão de que os elementos analisados não seriam compatíveis com uma morte imediata causada por um disparo autoinfligido, conforme apontado oficialmente na época.
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A análise afirma que a quantidade de heroína presente no organismo de Cobain era cerca de três vezes superior à dose considerada letal, o que, segundo o pesquisador, inviabilizaria a autoadministração da substância e o manuseio de uma arma de fogo em seguida. A posição do projétil também foi colocada em dúvida, em função de manchas de sangue e da ausência de impressões digitais claras na arma. O relatório ainda aponta possíveis divergências gráficas na carta de despedida atribuída ao músico, indicando que a parte final apresentaria uma caligrafia distinta.
Embora as conclusões do estudo apontem para a possibilidade de homicídio, os autores afirmam não defender prisões imediatas, mas sim maior clareza sobre o caso: “Se estivermos errados, provem que estamos errados”. Apesar dessas novas reavaliações, tanto o Departamento de Polícia de Seattle quanto o Instituto Médico Legal do Condado de King reiteraram que não pretendem reabrir a investigação. Oficialmente, a morte de Kurt Cobain continua sendo classificada como suicídio, e as recentes alegações se somam a um longo histórico de debates que seguem fora da esfera judicial.
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Uma nova avaliação independente voltou a gerar questionamentos em torno da morte de Kurt Cobain, ocorrida em 5 de abril de 1994, em Seattle. A discussão ganhou novo impulso após a divulgação de um artigo no International Journal of Forensic Science, repercutido nesta terça-feira (10) pelo jornal britânico Daily Mail.
No trabalho, o especialista em ciência forense Brian Burnett reexaminou relatórios de autópsia e registros da cena do falecimento, chegando à conclusão de que os elementos analisados não seriam compatíveis com uma morte imediata causada por um disparo autoinfligido, conforme apontado oficialmente na época.
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Embora as conclusões do estudo apontem para a possibilidade de homicídio, os autores afirmam não defender prisões imediatas, mas sim maior clareza sobre o caso: “Se estivermos errados, provem que estamos errados”. Apesar dessas novas reavaliações, tanto o Departamento de Polícia de Seattle quanto o Instituto Médico Legal do Condado de King reiteraram que não pretendem reabrir a investigação. Oficialmente, a morte de Kurt Cobain continua sendo classificada como suicídio, e as recentes alegações se somam a um longo histórico de debates que seguem fora da esfera judicial.