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Os planos do Poison para uma possível turnê comemorativa em 2026 acabaram sendo cancelados após um impasse envolvendo valores de cachê. De acordo com o baterista Rikki Rockett, o vocalista Bret Michaels teria solicitado um pagamento 600% maior do que o restante da banda, o que inviabilizou o acordo.
A informação foi revelada em entrevista e repercutida pelo site da revista Classic Rock. Segundo Rockett, havia uma proposta considerada satisfatória por ele, por C.C. DeVille e por Bobby Dall, mas a exigência financeira de Michaels acabou travando as negociações. “Era algo como seis dólares para ele, para cada um dólar nosso. Não dá para trabalhar assim”, declarou o baterista, deixando claro que o problema foi exclusivamente financeiro.

Apesar da situação, Rockett fez questão de afastar qualquer clima de animosidade entre os integrantes. Ele afirmou que não há ressentimentos e ressaltou a importância de todos os membros do Poison em sua trajetória pessoal e profissional. Ainda assim, admitiu que seguir sem Bret Michaels seria apenas uma alternativa extrema, comparando a decisão a um procedimento cirúrgico drástico.
Enquanto isso, Bret Michaels mantém sua agenda solo para 2026, e Rikki Rockett segue focado em seu projeto Rockett Mafia. Sobre o futuro do Poison, o baterista deixou uma possibilidade em aberto, sugerindo que a banda poderia tentar uma nova negociação em 2027 — quem sabe em uma irônica “turnê de 41º aniversário”.
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Os planos do Poison para uma possível turnê comemorativa em 2026 acabaram sendo cancelados após um impasse envolvendo valores de cachê. De acordo com o baterista Rikki Rockett, o vocalista Bret Michaels teria solicitado um pagamento 600% maior do que o restante da banda, o que inviabilizou o acordo.
A informação foi revelada em entrevista e repercutida pelo site da revista Classic Rock. Segundo Rockett, havia uma proposta considerada satisfatória por ele, por C.C. DeVille e por Bobby Dall, mas a exigência financeira de Michaels acabou travando as negociações. “Era algo como seis dólares para ele, para cada um dólar nosso. Não dá para trabalhar assim”, declarou o baterista, deixando claro que o problema foi exclusivamente financeiro.

Apesar da situação, Rockett fez questão de afastar qualquer clima de animosidade entre os integrantes. Ele afirmou que não há ressentimentos e ressaltou a importância de todos os membros do Poison em sua trajetória pessoal e profissional. Ainda assim, admitiu que seguir sem Bret Michaels seria apenas uma alternativa extrema, comparando a decisão a um procedimento cirúrgico drástico.
Enquanto isso, Bret Michaels mantém sua agenda solo para 2026, e Rikki Rockett segue focado em seu projeto Rockett Mafia. Sobre o futuro do Poison, o baterista deixou uma possibilidade em aberto, sugerindo que a banda poderia tentar uma nova negociação em 2027 — quem sabe em uma irônica “turnê de 41º aniversário”.