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Terra Arrasada lança o impactante EP Terra de Ninguém!

Diretamente do interior de Mato Grosso, nasce uma das vozes mais contundentes do metal nacional contemporâneo. A banda Terra Arrasada estreia com o EP Terra de Ninguém, um trabalho poderoso que une a força bruta do Nu Metal à urgência política de quem vive o conflito socioambiental na pele. Em seis faixas repletas de peso, groove e contestação, o grupo expõe as contradições do agronegócio e das estruturas de poder herdadas da colonização, propondo uma reflexão sobre o modelo econômico que domina o país. Inspirados por Rage Against the Machine, Pavilhão 9 e Rekiem, os mato-grossenses transformam indignação em arte, construindo uma obra que é, ao mesmo tempo, denúncia, manifesto e resistência sonora.

A faixa-título, “Terra de Ninguém”, sintetiza o espírito do EP ao conectar a luta contemporânea pela terra à memória de figuras históricas como Zumbi dos Palmares, Tereza de Benguela, Chico Mendes e Ailton Krenak. Já em “Não Pára”, o foco é o trabalhador, reduzido a uma peça descartável dentro das engrenagens produtivas do sistema. O ponto alto, entretanto, chega com “Céu na Terra”, onde a banda contrapõe o discurso do “empreendedorismo” do agronegócio à realidade da agricultura familiar, exaltando as comunidades indígenas e quilombolas como verdadeiras guardiãs da terra e da soberania alimentar. O verso — “Quem alimenta o povo é o pequeno produtor / enquanto você leva a fama de empreendedor / empreendedor da destruição” — resume a coragem e o tom combativo que perpassam toda a obra.

Formado por Fred Cardim (vocal), Rafael Mandracio e Lucas Codorniz (guitarras), André Guilherme (baixo) e Flávio Fernando (bateria), o Terra Arrasada combina riffs pesados, letras incisivas e uma atitude genuinamente underground. O EP Terra de Ninguém, já disponível nas principais plataformas de streaming, é um marco na nova cena do Nu Metal e Rapcore brasileiro, mostrando que o som pesado pode — e deve — ser um instrumento de reflexão e luta. Em um país onde o campo é palco de disputas por território e dignidade, a banda ecoa o grito de quem resiste: o cerrado também tem voz, e ela vem em forma de distorção, fúria e verdade.

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Terra Arrasada lança o impactante EP Terra de Ninguém!

Diretamente do interior de Mato Grosso, nasce uma das vozes mais contundentes do metal nacional contemporâneo. A banda Terra Arrasada estreia com o EP Terra de Ninguém, um trabalho poderoso que une a força bruta do Nu Metal à urgência política de quem vive o conflito socioambiental na pele. Em seis faixas repletas de peso, groove e contestação, o grupo expõe as contradições do agronegócio e das estruturas de poder herdadas da colonização, propondo uma reflexão sobre o modelo econômico que domina o país. Inspirados por Rage Against the Machine, Pavilhão 9 e Rekiem, os mato-grossenses transformam indignação em arte, construindo uma obra que é, ao mesmo tempo, denúncia, manifesto e resistência sonora.

A faixa-título, “Terra de Ninguém”, sintetiza o espírito do EP ao conectar a luta contemporânea pela terra à memória de figuras históricas como Zumbi dos Palmares, Tereza de Benguela, Chico Mendes e Ailton Krenak. Já em “Não Pára”, o foco é o trabalhador, reduzido a uma peça descartável dentro das engrenagens produtivas do sistema. O ponto alto, entretanto, chega com “Céu na Terra”, onde a banda contrapõe o discurso do “empreendedorismo” do agronegócio à realidade da agricultura familiar, exaltando as comunidades indígenas e quilombolas como verdadeiras guardiãs da terra e da soberania alimentar. O verso — “Quem alimenta o povo é o pequeno produtor / enquanto você leva a fama de empreendedor / empreendedor da destruição” — resume a coragem e o tom combativo que perpassam toda a obra.

Formado por Fred Cardim (vocal), Rafael Mandracio e Lucas Codorniz (guitarras), André Guilherme (baixo) e Flávio Fernando (bateria), o Terra Arrasada combina riffs pesados, letras incisivas e uma atitude genuinamente underground. O EP Terra de Ninguém, já disponível nas principais plataformas de streaming, é um marco na nova cena do Nu Metal e Rapcore brasileiro, mostrando que o som pesado pode — e deve — ser um instrumento de reflexão e luta. Em um país onde o campo é palco de disputas por território e dignidade, a banda ecoa o grito de quem resiste: o cerrado também tem voz, e ela vem em forma de distorção, fúria e verdade.

No AR!!