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Diretamente de Antananarivo, Madagascar, a banda LohArano alcança um marco histórico na música africana contemporânea com o sucesso internacional de seu single “Bae Nosy”, escolhido para integrar a trilha sonora da terceira temporada da série norte-americana Yellowjackets, vencedora de múltiplos prêmios. A curadora musical Nora Felder — conhecida por seu trabalho em produções como Stranger Things — ficou impressionada com a força da canção e entrou em contato pessoalmente com o grupo para solicitar o uso da faixa. “A música exala uma energia única, e há uma correlação incrível entre o poder dela e a cena final da série”, declarou Felder. Para uma banda que surgiu em um país onde menos de 30% da população tem acesso à eletricidade, o feito simboliza não apenas reconhecimento artístico, mas também superação e representatividade cultural.

Formado por Mahery (guitarra e vocais), Tiana (baixo e vocais) e Velosoa (bateria), o LohArano se tornou uma das formações mais originais do continente africano ao combinar rock e metal com ritmos tradicionais malgaxes, como o tsapiky e o salegy. O resultado é um som vibrante, pesado e profundamente identitário — uma fusão entre guitarras distorcidas e percussões ancestrais que atravessa fronteiras musicais e culturais. Desde o lançamento do primeiro EP autointitulado, em 2021, o grupo vem conquistando espaço em festivais internacionais de peso, como o Trans Musicales de Rennes e o Hellfest 2024, consolidando-se como embaixador do rock malgaxe no cenário global.
Com o lançamento do videoclipe oficial de “Bae Nosy” em 9 de abril de 2025 e a preparação de um novo EP previsto para 30 de maio, o LohArano se firma como um símbolo da nova geração de artistas africanos, que respeitam suas tradições enquanto expandem as fronteiras da música moderna. Sua trajetória é um testemunho da força criativa de Madagascar — uma terra onde a ancestralidade e o futuro se encontram ao som do rock. Com “Bae Nosy”, o trio mostra que o metal pode ser também um grito de identidade, resistência e orgulho cultural, ecoando agora das ilhas do Índico para o resto do mundo.
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Diretamente de Antananarivo, Madagascar, a banda LohArano alcança um marco histórico na música africana contemporânea com o sucesso internacional de seu single “Bae Nosy”, escolhido para integrar a trilha sonora da terceira temporada da série norte-americana Yellowjackets, vencedora de múltiplos prêmios. A curadora musical Nora Felder — conhecida por seu trabalho em produções como Stranger Things — ficou impressionada com a força da canção e entrou em contato pessoalmente com o grupo para solicitar o uso da faixa. “A música exala uma energia única, e há uma correlação incrível entre o poder dela e a cena final da série”, declarou Felder. Para uma banda que surgiu em um país onde menos de 30% da população tem acesso à eletricidade, o feito simboliza não apenas reconhecimento artístico, mas também superação e representatividade cultural.

Formado por Mahery (guitarra e vocais), Tiana (baixo e vocais) e Velosoa (bateria), o LohArano se tornou uma das formações mais originais do continente africano ao combinar rock e metal com ritmos tradicionais malgaxes, como o tsapiky e o salegy. O resultado é um som vibrante, pesado e profundamente identitário — uma fusão entre guitarras distorcidas e percussões ancestrais que atravessa fronteiras musicais e culturais. Desde o lançamento do primeiro EP autointitulado, em 2021, o grupo vem conquistando espaço em festivais internacionais de peso, como o Trans Musicales de Rennes e o Hellfest 2024, consolidando-se como embaixador do rock malgaxe no cenário global.
Com o lançamento do videoclipe oficial de “Bae Nosy” em 9 de abril de 2025 e a preparação de um novo EP previsto para 30 de maio, o LohArano se firma como um símbolo da nova geração de artistas africanos, que respeitam suas tradições enquanto expandem as fronteiras da música moderna. Sua trajetória é um testemunho da força criativa de Madagascar — uma terra onde a ancestralidade e o futuro se encontram ao som do rock. Com “Bae Nosy”, o trio mostra que o metal pode ser também um grito de identidade, resistência e orgulho cultural, ecoando agora das ilhas do Índico para o resto do mundo.