NOTÍCIAS
A polêmica envolvendo a Dogma — banda de metal que recentemente trocou três integrantes e revelou as identidades das musicistas originais — ganhou um novo e preocupante capítulo. A guitarrista Elizabeth Schembri, que afirma ter feito audição para o grupo em julho, expôs nas redes sociais detalhes dos bastidores e da forma como a banda estaria sendo gerida.
Em publicação no Instagram, Elizabeth revelou que foi convidada de última hora para substituir Rusalka (personagem até então interpretada por Patri Grief) em shows da turnê norte-americana. A proposta, no entanto, envolvia usar playback durante as apresentações, receber apenas US$ 100 por show e sem garantia de continuidade nas próximas etapas da turnê, que passaria ainda por China, Japão e Austrália.

Elizabeth Schembri
“A situação toda simplesmente não parecia certa”, contou a musicista. “Ele me disse que, nos primeiros shows, eu teria que ‘dublar’ minha guitarra e usar playback, porque era impossível aprender todas as músicas em tão pouco tempo.”
Schembri também afirmou ter sido informada de que a antiga Rusalka foi barrada na imigração dos Estados Unidos após alguém ter alertado as autoridades sobre sua identidade artística. A guitarrista levantou a suspeita de que o empresário estaria levando as integrantes aos EUA com visto de turista, em vez do visto apropriado para trabalho, com o objetivo de reduzir custos.
“Aquela pobre garota está banida dos EUA por um tempo e ele está procurando uma substituta como se estivesse trocando de marca de xampu”, escreveu.

A publicação surge dias após Lilith (Grace Jane), Lamia (Amber Maldonado) e Rusalka (Patri Grief) anunciarem sua saída conjunta da Dogma, denunciando manipulação, maus-tratos e mentiras por parte da equipe de gestão. Segundo as ex-integrantes, o empresário teria transformado o projeto em “uma marca” e ignorado os valores artísticos e pessoais do grupo.
Até o momento, a gestão da Dogma não se manifestou sobre as acusações. Enquanto isso, o futuro da banda — que segue oficialmente apenas com Nixe (baixo) e Abrahel (bateria) — permanece incerto.
NOTÍCIAS
A polêmica envolvendo a Dogma — banda de metal que recentemente trocou três integrantes e revelou as identidades das musicistas originais — ganhou um novo e preocupante capítulo. A guitarrista Elizabeth Schembri, que afirma ter feito audição para o grupo em julho, expôs nas redes sociais detalhes dos bastidores e da forma como a banda estaria sendo gerida.
Em publicação no Instagram, Elizabeth revelou que foi convidada de última hora para substituir Rusalka (personagem até então interpretada por Patri Grief) em shows da turnê norte-americana. A proposta, no entanto, envolvia usar playback durante as apresentações, receber apenas US$ 100 por show e sem garantia de continuidade nas próximas etapas da turnê, que passaria ainda por China, Japão e Austrália.

Elizabeth Schembri
“A situação toda simplesmente não parecia certa”, contou a musicista. “Ele me disse que, nos primeiros shows, eu teria que ‘dublar’ minha guitarra e usar playback, porque era impossível aprender todas as músicas em tão pouco tempo.”
Schembri também afirmou ter sido informada de que a antiga Rusalka foi barrada na imigração dos Estados Unidos após alguém ter alertado as autoridades sobre sua identidade artística. A guitarrista levantou a suspeita de que o empresário estaria levando as integrantes aos EUA com visto de turista, em vez do visto apropriado para trabalho, com o objetivo de reduzir custos.
“Aquela pobre garota está banida dos EUA por um tempo e ele está procurando uma substituta como se estivesse trocando de marca de xampu”, escreveu.

A publicação surge dias após Lilith (Grace Jane), Lamia (Amber Maldonado) e Rusalka (Patri Grief) anunciarem sua saída conjunta da Dogma, denunciando manipulação, maus-tratos e mentiras por parte da equipe de gestão. Segundo as ex-integrantes, o empresário teria transformado o projeto em “uma marca” e ignorado os valores artísticos e pessoais do grupo.
Até o momento, a gestão da Dogma não se manifestou sobre as acusações. Enquanto isso, o futuro da banda — que segue oficialmente apenas com Nixe (baixo) e Abrahel (bateria) — permanece incerto.