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NOTÍCIAS

Bruce Dickinson compara políticos brasileiros a diabo!

Com ou sem o Iron Maiden, Bruce Dickinson já é considerado parte da casa. No último domingo (7), o vocalista mostrou no The Town que segue em plena forma: aos 67 anos, cantou com a mesma potência de sempre enquanto corria de ponta a ponta do palco, sem perder o fôlego.

Ícone mundial, Dickinson tem uma ligação especial com o Brasil. Nos últimos cinco anos, esteve por aqui cerca de sete vezes e, de tão frequente, chegou a receber o título de cidadão honorário de Curitiba. E, pelo que se viu no festival, essa proximidade só fortalece sua conexão com os fãs, que lotaram a apresentação.

“Hoje é especial, porque fazem 40 anos da primeira vez que toquei aqui”, contou o cantor, que se diz curitibano de coração. Ele também relembrou um acidente sofrido naquela primeira visita e puxou um animado coro de “Olê, olê, olê, Bruce”.

Um dos momentos mais curiosos veio na introdução de “Rain on the Graves”, quando Dickinson descreveu o clima sombrio da faixa:

“É como quando você anda pela rua em direção a um velho cemitério. E você vê um homem grande e alto, vestido de preto, com rabo, chifres e olhos vermelhos flamejantes. E você diz: ‘Quem é esse bosta? É um político brasileiro?’. Não, não é tão ruim assim. É apenas o diabo”, brincou, arrancando gargalhadas da plateia.

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Bruce Dickinson compara políticos brasileiros a diabo!

Com ou sem o Iron Maiden, Bruce Dickinson já é considerado parte da casa. No último domingo (7), o vocalista mostrou no The Town que segue em plena forma: aos 67 anos, cantou com a mesma potência de sempre enquanto corria de ponta a ponta do palco, sem perder o fôlego.

Ícone mundial, Dickinson tem uma ligação especial com o Brasil. Nos últimos cinco anos, esteve por aqui cerca de sete vezes e, de tão frequente, chegou a receber o título de cidadão honorário de Curitiba. E, pelo que se viu no festival, essa proximidade só fortalece sua conexão com os fãs, que lotaram a apresentação.

“Hoje é especial, porque fazem 40 anos da primeira vez que toquei aqui”, contou o cantor, que se diz curitibano de coração. Ele também relembrou um acidente sofrido naquela primeira visita e puxou um animado coro de “Olê, olê, olê, Bruce”.

Um dos momentos mais curiosos veio na introdução de “Rain on the Graves”, quando Dickinson descreveu o clima sombrio da faixa:

“É como quando você anda pela rua em direção a um velho cemitério. E você vê um homem grande e alto, vestido de preto, com rabo, chifres e olhos vermelhos flamejantes. E você diz: ‘Quem é esse bosta? É um político brasileiro?’. Não, não é tão ruim assim. É apenas o diabo”, brincou, arrancando gargalhadas da plateia.

No AR!!