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O Grave Digger anunciou uma turnê pela América Latina no final de 2025, com quatro datas no Brasil. O grupo comandado por Chris Boltendahl fará sua 13ª passagem por aqui — a última havia ocorrido em 2023, quando tocaram em Curitiba, Recife e na primeira edição do festival Summer Breeze Brasil, em São Paulo.
A turnê “The Latin America Celebrations”, que promove o álbum “Bone Collector” (2025) e ainda celebra os 45 anos de carreira do grupo, começa no México e segue para Honduras, Costa Rica, Colômbia, Argentina, Chile e Uruguai. O Brasil está no fim do itinerário, com as seguintes datas e locais:

Os ingressos podem ser adquiridos neste link.
Em relação à visita anterior, houve uma mudança na formação. Saiu em 2023 o guitarrista Axel Ritt para a entrada de Tobias “Tobi” Kersting. Além dele e do vocalista Chris Boltendahl — no comando desde a fundação —, a banda conta atualmente com Jens Becker no baixo e Marcus Kniep assumindo a bateria, além dos teclados em estúdio. Ao vivo, um músico anônimo fantasiado como o mascote do grupo, costuma cuidar das teclas.
Fonte: Igor Miranda
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O Grave Digger anunciou uma turnê pela América Latina no final de 2025, com quatro datas no Brasil. O grupo comandado por Chris Boltendahl fará sua 13ª passagem por aqui — a última havia ocorrido em 2023, quando tocaram em Curitiba, Recife e na primeira edição do festival Summer Breeze Brasil, em São Paulo.
A turnê “The Latin America Celebrations”, que promove o álbum “Bone Collector” (2025) e ainda celebra os 45 anos de carreira do grupo, começa no México e segue para Honduras, Costa Rica, Colômbia, Argentina, Chile e Uruguai. O Brasil está no fim do itinerário, com as seguintes datas e locais:

Os ingressos podem ser adquiridos neste link.
Em relação à visita anterior, houve uma mudança na formação. Saiu em 2023 o guitarrista Axel Ritt para a entrada de Tobias “Tobi” Kersting. Além dele e do vocalista Chris Boltendahl — no comando desde a fundação —, a banda conta atualmente com Jens Becker no baixo e Marcus Kniep assumindo a bateria, além dos teclados em estúdio. Ao vivo, um músico anônimo fantasiado como o mascote do grupo, costuma cuidar das teclas.
Fonte: Igor Miranda