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A Copa de 2030 ainda está distante. A competição será disputada na Espanha, no Marrocos e em Portugal com três jogos inaugurais na Argentina, Paraguai e Uruguai (como homenagem ao centenário da primeira edição da copa do mundo e ao bicentenário da independência do Uruguai). O país africano, entretanto, tem sido alvo de muitas críticas por parte de entidades de defesa dos animais. Segundo elas, o governo marroquino já está conduzindo uma grande operação para o abate de três milhões de cães de ruas, que se espalham por cidades que serão sede da Copa.
Vídeos aterrorizantes divulgados por ativistas dos direitos dos animais expõem os horrores que estão sendo desencadeados nas ruas do Marrocos contra cães. Imagens de cortar o coração mostram animais sendo esfaqueados com varas venenosas, violentamente empalados com ganchos, deixados sangrando por ferimentos de bala e abandonados em canis sem comida ou água.
Isso vai contra o Relatório de Avaliação de Candidatura da FIFA, que alegou que Marrocos havia “delineado seu compromisso com a proteção dos direitos dos animais”. Desde agosto, o governo marroquino havia decidido, em resposta à pressão feita pela Fifa, que “o abate de animais é proibido no país”.
Mas, de acordo com documentos com provas apresentados pelo International Animal Welfare Protect Coalition (IAWPC), a medida ficou só no papel. A organização alega que Marrocos violou o seu voto e mentiu para o órgão máximo do futebol.
Para o IAWPC, Marrocos ilude a Fifa com uma “farsa” cruel. A campanha que pede ação urgente da entidade tem apoio do astro da música Gary Numan, do ator de “Downton Abbey” Peter Egan e da conservacionista de renome mundial Jane Goodall.
Registros apresentados por ativistas mostram cães de rua recorrendo ao canibalismo para sobreviver, enquanto outros são mortos de maneiras macabras e deixados para apodrecer. Imagens mostram um cãozinho magro mancando até uma pilha de animais coberta de terra, que ele lambe, morde e depois puxa — ansioso para arrancar qualquer carne para evitar a fome.
O comitê marroquino de organização da Copa tenta desviar o foco das atrocidades para a grandiosidade prometida para o evento, como a construção do Grand Stade Hassan II, o maior estádio de futebol do mundo, que será erguido em Casablanca. Com uma capacidade de 115 mil lugares, a arena será uma obra-prima arquitetônica. Mais do que um simples palco para eventos esportivos, o espaço se tornará um símbolo de inovação arquitetônica e cultural para o país, diz o governo.
Fonte: PageNotFound
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A Copa de 2030 ainda está distante. A competição será disputada na Espanha, no Marrocos e em Portugal com três jogos inaugurais na Argentina, Paraguai e Uruguai (como homenagem ao centenário da primeira edição da copa do mundo e ao bicentenário da independência do Uruguai). O país africano, entretanto, tem sido alvo de muitas críticas por parte de entidades de defesa dos animais. Segundo elas, o governo marroquino já está conduzindo uma grande operação para o abate de três milhões de cães de ruas, que se espalham por cidades que serão sede da Copa.
Vídeos aterrorizantes divulgados por ativistas dos direitos dos animais expõem os horrores que estão sendo desencadeados nas ruas do Marrocos contra cães. Imagens de cortar o coração mostram animais sendo esfaqueados com varas venenosas, violentamente empalados com ganchos, deixados sangrando por ferimentos de bala e abandonados em canis sem comida ou água.
Isso vai contra o Relatório de Avaliação de Candidatura da FIFA, que alegou que Marrocos havia “delineado seu compromisso com a proteção dos direitos dos animais”. Desde agosto, o governo marroquino havia decidido, em resposta à pressão feita pela Fifa, que “o abate de animais é proibido no país”.
Mas, de acordo com documentos com provas apresentados pelo International Animal Welfare Protect Coalition (IAWPC), a medida ficou só no papel. A organização alega que Marrocos violou o seu voto e mentiu para o órgão máximo do futebol.
Para o IAWPC, Marrocos ilude a Fifa com uma “farsa” cruel. A campanha que pede ação urgente da entidade tem apoio do astro da música Gary Numan, do ator de “Downton Abbey” Peter Egan e da conservacionista de renome mundial Jane Goodall.
Registros apresentados por ativistas mostram cães de rua recorrendo ao canibalismo para sobreviver, enquanto outros são mortos de maneiras macabras e deixados para apodrecer. Imagens mostram um cãozinho magro mancando até uma pilha de animais coberta de terra, que ele lambe, morde e depois puxa — ansioso para arrancar qualquer carne para evitar a fome.
O comitê marroquino de organização da Copa tenta desviar o foco das atrocidades para a grandiosidade prometida para o evento, como a construção do Grand Stade Hassan II, o maior estádio de futebol do mundo, que será erguido em Casablanca. Com uma capacidade de 115 mil lugares, a arena será uma obra-prima arquitetônica. Mais do que um simples palco para eventos esportivos, o espaço se tornará um símbolo de inovação arquitetônica e cultural para o país, diz o governo.
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