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O álbum auto-intitulado do “Overtop” traz uma sonoridade intensa e diversificada que reverbera através de suas faixas, revelando um amadurecimento significativo da banda que desenvolve uma nova obra com influências pesadíssimas do Grunge e Heavy Metal. Aqui está um olhar detalhado sobre cada uma das canções que compõem essa obra.
“Powerless” abre com riffs pesados que imediatamente estabelecem o tom agressivo do álbum. O refrão em coral é uma ótima surpresa, criando um sentimento de união e força, enquanto a bateria se destaca com sua presença marcante, impulsionando a energia da música.

Com “Why” o grunge se torna mais evidente e lapidado, apresentando uma sonoridade que remete aos grandes clássicos do gênero, mas com um frescor contemporâneo. É uma faixa que flui com naturalidade, fazendo um equilíbrio entre a nostalgia e a inovação.
“Insanity” mantém a bateria em destaque, complementada por um refrão contagiante que fica na cabeça. Os riffs, bem elaborados, garantem que a faixa não apenas cative, mas também faça o ouvinte sentir a necessidade de ouvir novamente.
Em “Alone” a influência do Southern rock é visível (quer dizer, audível). Os riffs de guitarra pesados oferecem uma atmosfera robusta, e a faixa se destaca como uma das mais visceralmente energéticas do álbum.
A música “Bleak” começa com um riff que flerta com o heavy metal, e a linha melódica das guitarras traz uma harmonia que captura o ouvinte desde o início. A mistura de estilos aqui é feita com maestria, criando uma experiência auditiva envolvente.
Em “Missing Light”, o vocal mais melancólico se une a uma boa melodia, resultando em uma balada introspectiva que contrasta com as faixas mais pesadas. Essa mudança de tom traz profundidade ao álbum, mostrando a versatilidade da banda.
“Overtop” inicia com um riff acústico que traz à mente o Nirvana, mas rapidamente evolui para um som mais pesado, demonstrando a capacidade da banda de transitar entre diferentes estilos com facilidade.
A música “3D” se destaca como a mais progressiva do álbum, com mudanças de tempo e estruturas complexas que desafiam o ouvinte e mantém a atenção. É uma demonstração de habilidade técnica que não se esquece facilmente.
Em “Pills”, a troca entre um dedilhado suave e vocais mais calmos leva a uma transição poderosa para riffs intensos com vocais distorcidos. Essa dinâmica é um dos pontos altos do álbum, capturando a essência da luta e da entrega emocional.
“Widow Wifeless” apresenta uma pegada mais heavy metal, trazendo uma crueza que é bem-vinda e que se alinha com a identidade geral do álbum, mostrando a diversidade de influências da banda.
A “Suspicion” continua a explorar guitarras pesadas, enquanto o vocal se aproxima do grunge, equilibrando melodia e intensidade de forma habilidosa, criando uma conexão forte com o ouvinte.

Por fim, a faixa “Time” encerra o álbum com uma mistura poderosa de grunge e heavy metal, representando o culminar da jornada musical oferecida. É um fechamento que ecoa todas as influências do álbum, deixando uma sensação duradoura.
“Overtop” é uma obra que reflete a evolução da banda, incorporando elementos do grunge, heavy metal e Southern rock. As faixas variam entre riffs pesados e melodias introspectivas, com uma forte presença de bateria e vocais que transmitem emoção. A transição entre estilos, especialmente em músicas como a 8 e a 9, mostra a versatilidade da banda.
No geral, o álbum se destaca por sua capacidade de equilibrar nostalgia e inovação, já que foge do grunge Nirvana e se aproxima de mais do estilo do Alice in Chains, criando uma experiência rica e envolvente para os ouvintes.
Pra mim é 8/10
Review by Fabricio Cunha
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O álbum auto-intitulado do “Overtop” traz uma sonoridade intensa e diversificada que reverbera através de suas faixas, revelando um amadurecimento significativo da banda que desenvolve uma nova obra com influências pesadíssimas do Grunge e Heavy Metal. Aqui está um olhar detalhado sobre cada uma das canções que compõem essa obra.
“Powerless” abre com riffs pesados que imediatamente estabelecem o tom agressivo do álbum. O refrão em coral é uma ótima surpresa, criando um sentimento de união e força, enquanto a bateria se destaca com sua presença marcante, impulsionando a energia da música.

Com “Why” o grunge se torna mais evidente e lapidado, apresentando uma sonoridade que remete aos grandes clássicos do gênero, mas com um frescor contemporâneo. É uma faixa que flui com naturalidade, fazendo um equilíbrio entre a nostalgia e a inovação.
“Insanity” mantém a bateria em destaque, complementada por um refrão contagiante que fica na cabeça. Os riffs, bem elaborados, garantem que a faixa não apenas cative, mas também faça o ouvinte sentir a necessidade de ouvir novamente.
Em “Alone” a influência do Southern rock é visível (quer dizer, audível). Os riffs de guitarra pesados oferecem uma atmosfera robusta, e a faixa se destaca como uma das mais visceralmente energéticas do álbum.
A música “Bleak” começa com um riff que flerta com o heavy metal, e a linha melódica das guitarras traz uma harmonia que captura o ouvinte desde o início. A mistura de estilos aqui é feita com maestria, criando uma experiência auditiva envolvente.
Em “Missing Light”, o vocal mais melancólico se une a uma boa melodia, resultando em uma balada introspectiva que contrasta com as faixas mais pesadas. Essa mudança de tom traz profundidade ao álbum, mostrando a versatilidade da banda.
“Overtop” inicia com um riff acústico que traz à mente o Nirvana, mas rapidamente evolui para um som mais pesado, demonstrando a capacidade da banda de transitar entre diferentes estilos com facilidade.
A música “3D” se destaca como a mais progressiva do álbum, com mudanças de tempo e estruturas complexas que desafiam o ouvinte e mantém a atenção. É uma demonstração de habilidade técnica que não se esquece facilmente.
Em “Pills”, a troca entre um dedilhado suave e vocais mais calmos leva a uma transição poderosa para riffs intensos com vocais distorcidos. Essa dinâmica é um dos pontos altos do álbum, capturando a essência da luta e da entrega emocional.
“Widow Wifeless” apresenta uma pegada mais heavy metal, trazendo uma crueza que é bem-vinda e que se alinha com a identidade geral do álbum, mostrando a diversidade de influências da banda.
A “Suspicion” continua a explorar guitarras pesadas, enquanto o vocal se aproxima do grunge, equilibrando melodia e intensidade de forma habilidosa, criando uma conexão forte com o ouvinte.

Por fim, a faixa “Time” encerra o álbum com uma mistura poderosa de grunge e heavy metal, representando o culminar da jornada musical oferecida. É um fechamento que ecoa todas as influências do álbum, deixando uma sensação duradoura.
“Overtop” é uma obra que reflete a evolução da banda, incorporando elementos do grunge, heavy metal e Southern rock. As faixas variam entre riffs pesados e melodias introspectivas, com uma forte presença de bateria e vocais que transmitem emoção. A transição entre estilos, especialmente em músicas como a 8 e a 9, mostra a versatilidade da banda.
No geral, o álbum se destaca por sua capacidade de equilibrar nostalgia e inovação, já que foge do grunge Nirvana e se aproxima de mais do estilo do Alice in Chains, criando uma experiência rica e envolvente para os ouvintes.
Pra mim é 8/10
Review by Fabricio Cunha